segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Referencial Romano"


Olá, leitor!

Desde o surgimento das primeiras sociedades (período paleolítico) o homem vem se desdobrando em busca do novo, porém, com uma diferença marcante que é a inteligência e assim nós nos diferenciávamos de tudo ao nosso redor. Passando por algumas agruras naturais passamos a entender que a necessidade do deslocamento (vida nômade) era algo inevitável, pelo fato de migrarmos de um local para outro em busca do alimento, melhor clima... e assim a vida se mantinha porque o homem se utilizava exclusivamente do que a terra nos oferecia, sendo assim, a exploração de cunho BIOPSICOSSOCIAL manifestavas-se urgindo a sobrevivência e o aprendizado de maneira inconsciente, se comparados ao hoje.
As experiências adquiridas em épocas pretéritas nos fez transformar no que somos hoje e, consequentemente, o desenvolvimento se deu de maneira prática e observável ao nível consciente por causa das necessidades, a partir daí passamos a entender que todo efeito provém de uma causa. Mas porque isso ainda está em conturbada relação no mundo tido como moderno, se a consciência é manifestada a um nível quase incomensurável? Talvez as respostas estejam nas atitudes enfermiças do homem em querer sempre ter mais do que necessita e no poder isso seja uma regra vigente. Diante de uma periodização ampla no sentido de vida, já na fase neolítica (revolução cultural) o ser se movimenta mais astuto e surgem as culturas da agricultura, criação de animais domésticos.. e possivelmente, ainda que nômades também, o homem tomou a consciência da necessidade de uma organização maior e as sociedades passaram a progredir diante de tantos problemas naturais, eu diria. Hoje em dia a "cópia" mal feita dessa organização (refiro-me ao Brasil) está se deteriorando quando na verdade deveríamos estar em conformidade com o que mais possuem de bom os povos europeus, por exemplo. A Suíça é um exemplo do que digo!

Chegando mais a frente, já na Roma antiga (Monarquia ou Realeza - 753-509 a/c), (República 509-27 a/c) e finalmente no (Império 27 a/c-476 d/c), podemos observar uma evolução no que tange aos dificultosos processos de sobrevivência, entretanto as dificuldades passam a ser outras mostradas na vida de relação por um povo que era extremamente hostil, mas que começava a caminhar para o progresso atual. Embora estivéssemos brutais, ainda assim podemos notar que as divisões das épocas nos deram um referencial quanto a posicionamentos e culturas novas, porém, todo esse manancial de construções nos levou ao "NADA" religioso e político e as heranças malditas estão aí até hoje. Notemos que na Monarquia houve um sutil crescimento de Roma, todavia esse crescimento vei a custa de muito sofrimento através das lutas contra os povos vizinhos que acabaram exterminando o sistema vigente de organização social. Veio então a República onde o Rei deu lugar a eleição de dois cônsules: Patrícius e Plebe! Os Patrícius ocupavam as magistraturas indo de encontro aos Plebes que travaram uma luta, havendo então a discriminação SOCIAL E POLÍTICA. Já no Império as coisas se manifestaram de maneira menos sofrível onde a corrupção e as extorsões foram silenciados, eu diria. A partir de então as coisas "descambam" para um outro prisma social: Iniciam-se os excessos de poder!

Bem, terminando a observação de maneira sintetizada, notemos que a era pós-Cristo nos deixou uma verdadeira HERANÇA MALDITA, como falamos anteriormente, em relação as religiões e a política dos ordinários e hoje em dia copiamos, de maneira caricata e audaz, os preceitos relacionados a essas duas instituições principalmente nos países latinos pelo fato de o povo que aqui habita, serem de uma "linhagem" sem a cultura dos teatros da Grécia antiga, da Literatura romana... mas que se aviltou nas teias do perecer político e religioso deixando-se manipular por esses dois "poderes" quase que absolutos ao longo da história das sociedades organizadas, portanto, se apreciarmos as agruras das épocas pretéritas e tomarmos como iniciativa as ações de alguns povos europeus, por exemplo Alemanha e  Itália, independentemente dos seus problemas (quem é que não os tem?), juntamente com o Japão, certamente que estaríamos em situações sociais, econômicas, culturais... bem melhores da qual estamos atolados de problemas. Mas vamos chegar lá, falta-nos somente  a vontade do empreender e a moralização política e religiosa para darmos um passo gigantesco na senda da evolução.

"Ave Cesar" (Itália) "Ave Maria" (Brasil)!

Iran Damasceno.

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