terça-feira, 2 de outubro de 2012

"O Primitivismo Demoníaco Do Homem Moderno"


Olá, leitor!

É com EXTREMA INDIGNAÇÃO que venho à vocês, leitores do meu blog,  postar a respeito do caso de agressão a uma menina de apenas 13 anos de idade, ocorrido no jogo de futebol entre São Paulo x Coritiba,  assunto esse que tem andado pelos programas esportivos e que eu entendo que se deveria dar espaço, como tema único, alicerçado pelas ciências humanas e neurociências, onde pudéssemos chamar à atenção de todas as autoridades competentes e constituídas, cidadãos de bem e a quem interessar. Pergunto: Onde é que o ser humano quer chegar com a sua agressividade? Estamos formando uma nova sociedade de psicopatas? O futebol é realmente uma "arena" de lutas incessantes? Você decide o que acha!
Fazendo uma comparação esdrúxula em relação ao que ocorreu, podemos começar a repensar as nossas participações em eventos futebolísticos e também nas exacerbadas atitudes "humanas" quando admiramos aos lutadores dessas lutas idiotas que as TVs transmitem, as quais chamam de "esporte". (?) Mas, o que é realmente o esporte? É agredir ao oponente de forma contundente até que o mesmo não tenha mais condições físicas e psicológicas de reagir? É sair de casa para ir a um estádio de futebol e deixar o seu lado mais primitivo e demoníaco agir? Pensemos! A pergunta crucial: O que leva um ser, que em princípio deveria ser chamado de "humano", tentar agredir a uma menina porque a mesma pediu a camisa do jogador adversário  Não estaria evidenciada aí uma exteriorização das vontades animalescas, ao ponto de esses marginais entenderem que as suas insatisfações, sofrimentos, falta de amor...devem ser jogadas de maneira tão cruel, no outro? Isso é caso de tratamento psiquiátrico dentro de um sistema penitenciário porque um individuo com tal atitude não pode conviver em sociedade. Tem que ficar encarcerado mesmo.
 Não me venham os defensores dos déspotas ou falsos religiosos e "cristãos de plantão", afirmarem que isso é efeito da falta de amor, entendo isso como atitudes da mais profunda ausênia de civilização oriunda de uma ESCOLHA, sim, eu disse escolha pois, aquele que vive hoje em dia em uma sociedade com tanta informação, não tem a "desculpa" de ter sido estuprado, maltratado, adotado... porque todos nós, sem julgar a quem quer que seja, pelo fato de eu também ser falho, sabemos o que dói em nós e, consequentemente, doerá no outro, sendo assim, isso passa pelo egoísmo e, se for o caso de alguns dos problemas citados acima, é doença da alma manifestando-se no ser que somente pensa nele. Se for assim, deverá esse canalha ser excluído da sociedade e viver em isolamento para que pense nele mesmo e, caso ELE QUEIRA, reflita e se oriente no caminho do bem comum. Não me canso de dizer: "O mal está muito astuto e o bem muito tímido". Fato!
Por hora, eu digo: Onde estão o Ministério Público, os direitos humanos, os dirigentes dos clubes de futebol,  os jogadores de futebol (milionários e sem compromisso social) que, por vezes, estimulam a violência nas torcidas, a mídia em geral, a policia...? Será que já não passou da hora de moralizar-mos essa sociedade? Infelizmente eu vejo que ainda levará tempo, até porque nosso ex-presidente Lula, por exemplo, falou lá fora (em outros países) que o mensalão nunca existiu. O que podemos dizer disso? Se um homem que foi eleito para "gerenciar" uma nação não está nem aí para um mal que assola 190 milhões de brasileiros, que é a corrupção, podemos nós acharmos que essa violência terá fim? Acho difícil!
Enquanto isso, o povo brasileiro tem o futebol, carnaval, eleições... como uma simples festa e que tudo está bem, até porque hoje o brasileiro está com "poder de compra". (?) Um miserável qualquer, que ganha um salario de merda, pode financiar um carro em "150 vezes" e por isso acha que o país está crescendo, ledo engano, estamos apenas na "tsunami" da tecnologia e isso é algo comum no mundo inteiro.

Aos conscientes e de livre pensamento e ações benfazejas, só resta orar e dar o exemplo para combater os "primitivos demoníacos"..

Iran Damasceno.

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