Aí vem a discussão: Retirar um volante e colocar um atacante? Só é considerado jornalista quem tem diploma? Qualquer cidadão pode e deve candidatar-se à cargo político? Como responder se estou ainda na década de 1960, por exemplo? A discussão começou diante de uma plateia ávida por entendimento e sequiosa por saber mas, diante da preguiça dos "carnavalizadores", ela pode nem continuar.
Então como lidar com essa enxurrada de dúvidas em relação ao progresso das coisas? Todos temos certezas e dúvidas vantajosas quanto a nossa sobrevivência todavia as coisas estão caminhando diante de uma certa banalização a cerca dos fatos. O que fazer? Discutir seria o caminho, segundo os Filósofos. Mas a discussão é caminho para os desbravadores e não para quem já é consumidor voraz pela internet e que sequer conhece e sabe o nome do padeiro, partindo daí, então, poderíamos desconsiderar que a discussão seja necessária e assim deveríamos mudar a rota das observações e seguir no caminho da obscuridade embora estejamos em época de descobertas virtuais mas sem o calor dos corpos se tocando, que ainda assim gozam e possuem orgasmos maravilhosos com uma boneca inflável com a "cara" da Gracyanne Barbosa. Masturbação é o caminho (sic), só devemos tomar cuidado com a sujeira que isso pode nos trazer e também com a possibilidade de estarmos fertilizando uma barata ou então limpando o azulejo...
As discordâncias sempre existiram e existirão e trarão luz aos cegos da alma, objetivando o crescimento e levando-nos ao cemitério das nossas mazelas para que possamos entender que "o feio" nem sempre é o outro, mas sim a distração de não percebermos que estamos olhando a nós mesmos no espelho. Quem tem tradição familiar pode, por vezes, estar na contramão da evolução e assim sair da estrada da vida para estacionar nas paragens do embrutecimento e na falta de vida própria por estar clonando a sua personalidade. Isso é morrer em vida! Para que sofrer por antecipação se temos a chance de sonhar e ou trilhar outro caminho, antes do sofrimento chegar? Mesmo que o "dito cujo" do sofrimento seja inevitável poderíamos fazer de maneira diferente e assim anestesiarmos as dores que já sentimos e que ainda, certamente, sentiremos. A Profilaxia da personalidade é algo ainda a ser descoberta por alguns de nós, pobres imortais.
Vou embora tentar a "sorte" mesmo sabendo que ela é apenas uma construção mental fictícia e que sempre levou muitos seres viventes a derrocada nos intentos mais construtivos da vida de relação, porém ainda assim eu vou tentar para não ficar a beira da estrada, esperando a carona que sequer eu sei se chegará.
Então, "boa sorte" aos que odeiam uma boa discussão.
Iran Damasceno.
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