segunda-feira, 20 de outubro de 2014

"Psicopata"





"A falta de emoções e de se colocar no lugar da outra pessoa para tentar saber se ela sofre, é uma das características principais dos psicopatas. Iran.


O que nos move em vida? A própria vontade de viver, porém e diante de uma vida social e de relação constante, certamente que qualquer pessoa "normal" absorve os estímulos e orientações de convívio pacífico e assim constrói o ser pleno de probabilidades e construtor, também, de vida. Mas, quanto aquele que sente o prazer em destruir vidas de forma cruel e fria, a esse damos o nome de PSICOPATA. Na sociedade estamos convivendo com muitos, infelizmente, mas o que é pior de se imaginar é a impossibilidade de descobrirmos esses agentes da insanidade antes deles cometerem crimes bárbaros. É assustador saber das suas maldades e falta de compaixão, ao ponto de, ao serem pegos pela polícia, após cometerem vários assassinatos, por exemplo, os mesmos narrarem os fatos na íntegra e sem qualquer remorso. 
Segundo Robert Hare (autoridade mundial em psicologia criminal e professor da Universidade da Colúmbia Britânica - Canadá), ele acrescenta que um psicopata procura entrar na mente das pessoas para tentar imaginar como elas pensam, mas nunca conseguirá chegar a entender como elas se sentem. Ele também cita que o psicopata vê as vítimas como objetos e retiram dos outros seus atributos como pessoa para considerá-las como "coisas". São perigosíssimos.
Ainda na semana passada tivemos um caso estarrecedor de um psicopata em Goiânia (Thiago Henrique Rocha, 26 anos), onde o mesmo assassinou trinta e nove pessoas e não sente o menor remorso. O mesmo narra que foi abusado na infância, sentia uma "angústia" e por isso matava. Mas, quanto a isso, vem a questão: O que fazer com esses indivíduos, enquanto presos? Algumas linhas de pensamentos de pessoas mais radicais entendem que deveriam ser mortos, já outros prisão perpétua, sendo assim, poderíamos ver de outro ângulo e utilizarmos esses seres à parte da sociedade e de qualquer convivência social, para estudos. Obviamente que alguém como o Thiago dificilmente poderá ter novamente vida social, pois se as autoridades cometerem esse ato irresponsável, teremos mais mortes bárbaras.



Harvey M. Cleckley, psiquiatra e pioneiro de uma pesquisa em 1941, escreveu seu magnífico livro The Mask Of Sanity (a máscara da sanidade), onde descreveu quatro subtipos de psicopatas. São eles: Psicopatas primários (não respondem ao castigo, à apreensão, à tensão e nem a desaprovação); Psicopatas secundários (são arriscados e indivíduos mais propensos a reagir frente a situações de stresses, e também propensos ao sentimento de culpa); Psicopata descontrolado (são os que parecem se aborrecer e enlouquecer mais facilmente e com frequência); Psicopata carismático (são mentirosos, encantadores, atraentes e dotados de algum talento e assim possuem uma capacidade quase demoníaca de persuadir)

Bem, o que me levou a escrever sobre esse doente social e mental foi apenas e unicamente com o objetivo de alertar não somente as pessoas na ruas e nos relacionamentos, porém e principalmente, as autoridades para que a mesma saiba como punir e tratar, mantendo-o fora do convívio social pois, o que vimos, ainda que diante de uma síntese, são verdadeiros destruidores de vidas.



Iran Damasceno.

"O Pensar Está Dentro do Vaso"?




"Estamos mais depravados quando nos estatizamos em subversões próprias e sociais, quanto as ideias pluralizadas. Somos narcísicos dependentes do outro e famintos dos "bolos prontos" que são vendidos em apenas uma padaria". Iran.


Falando em Genetom Moraes Neto, me lembrei de sua citação sobre Paulo Francis: "O jornalismo está chato, pois só "pode" falar sobre o que vê a olho nu". Seria uma crítica do Paulo sobre o que não podemos ou sobre o que não queremos? Está chato mesmo os caminhos do "COM VERSAR". Ninguém pensa mais ou pensamos o mundo sob a ótica de nós mesmos e de nossos aprisionamentos? Voltamos aos costumes e "limitações" dos seres que pintavam nas pedras das cavernas, as suas ideias? Se sim, talvez devamos repensar ou pensar (?) pois ainda que daquela maneira, limitados pela ausência da fala e da escrita, dávamos o nosso recado sem a preocupação de sermos mal interpretados, de maneira que hoje, diante das ideias aceitas sem se quer darmos opinião, estamos diante de um impasse que é a busca incessante dos "produtos industrializados", aqueles que compramos e acreditamos na data de validade. Seria um primitivismo disfarçado de modernidade? Seria então o provincianismo escondido na alma dos que preferem a indústria ao campo? Mas aí haveria uma inversão ou uma tentativa desenfreada de busca ao que não queremos ver e sentir? Teria o ser uma volúpia reprimida, recalcada e disfarçada de ação? O pensar saiu de moda e deu espaço ao dançar os funks depravantes e degenerativos da alma humana? Seria mais fácil nos expormos diante de um objeto perdido dentro de nós mesmos e acabamos externalizando-o de maneira sem precedentes racionais? Como anda o cérebro, anestesiado pelas drogas modernas, ante ao que está surgindo e as insatisfações que não estão sendo observadas quando externadas? O ser humano se liberta das correntes do preconceito, moderadamente, mas se aprisiona nas conversões burras e materialistas do que constrói a vida. Está difícil de saber.
Está tudo tão "certinho", não? Eu sou um objeto dentro de um vaso que, ao ficar pequeno ou velho, logo sou trocado de envoltório mas, diante das minhas limitações em observar o todo e principalmente as minhas possibilidades, logo sou transferido para outro vaso que, vale lembrar, estou sempre NO VASO. A única coisa que não poderia e nem deveria ser aprisionada no vaso seria o pensamento, pois se assim for, será que mais a frente não poderíamos deixar de sermos dependente dos vasos? O que é modernidade, insistentemente eu pergunto, a mim mesmo? Os carros estão modernos e potentes mas, o que eu faço? Eu entro dentro de um e saio em direção a algum lugar, todavia será que eu saio de mim mesmo para adquirir o saber ou fico dentro desse objeto que transporta corpos, de um lugar a outro, e assim me perco no narcisismo destruidor não só de corpos, mas de mentes estáticas e doentes por consequência? Onde está o saber fora dos livros e das salas de aula? Onde está a vontade independente dos estímulos anestesiantes, apregoadas pelas tribos dominantes?

Será que as rupturas dos laços maternais estão sendo realmente feitas? Ou necessitamos das tetas alimentadoras não somente da necessidade fisiológica da fome e também da segurança dependente?

Iran Damasceno.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

"O Deus Religioso Já Nasceu Morto"



"Não posso acreditar num Deus que quer ser louvado o tempo todo". (Nietzsche)

"Deus está morto: mas, considerando o estado em que se encontra a espécie humana, talvez ainda por um milênio existirão grutas em que se mostrará a sua sombra". (Friedrich Nietzsche)

Nascia em 15 de outubro de 1844 um dos filósofos, críticos, poetas, compositores... mais controversos e enigmáticos da era moderna, que foi Nietzsche. Sua visão em relação as religiões, principalmente, já eram contundentes numa época onde não tínhamos a liberdade de expressão que temos hoje mas, diante da sua inteligência, coragem e, para alguns a neurose (?), acabava transgredindo os ditames das sociedades ainda em desenvolvimento moral e intelectual. Seria ele um PENSADOR FORA DE ÉPOCA?
Para O. Flake, Nietzsche era um ser de pensamentos subjetivos a cerca do cristianismo, fazendo menção a Lutero, todavia podemos observar a visão de W. Weymann-Weyhe que o via como uma das maiores expressões da história da consciência cristã. É bem Nietzsche mesmo, pois somente alguém como ele poderia ser visto de ângulos tão antagônicos. Vale ressaltar que W. Nigg o via como um revolucionário da religião. Como seria bom se tivéssemos a presença desse grande pensador nos tempos atuais, pois assim os ditos "líderes religiosos" ficariam de "cabelo em pé".

Parabéns Nietzsche (15 de outubro de 1844), pois apesar da sua "neurose obsessiva" (?) você sabia das coisas.

Iran Damasceno.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

"Existe Vida na Política"



"É necessário que os princípios de uma política sejam justos e verdadeiros". (Demóstenes - orador e político grego, quatro séculos a/c)



Não é de se estranhar que a política brasileira tenha se tornado no que se tornou, ou seja, nesse "mar de lama". Ações em benefícios de poucos, falta de razão e, principalmente, saída da sua essência que deveria ser o ato de trabalhar em prol do bem comum, para enveredar pelos campos lodosos da falta de caráter e humanidade. Assim são os homens públicos no Brasil. Talvez digam os mais críticos, assim como eu, que a política seja um apêndice das religiões ou até mesmo uma "divisão celular" desse outro segmento citado e assim, desde a partida histórica de Jesus, tenha se tornado "nisso". Os homens são formados maus ou escolhem ser maus? Eis a questão...
No Brasil nós observamos uma derrocada dos valores éticos e morais da vida e assim os homens públicos envenenaram e se deixaram envenenar pelo cicuta do poder e do dinheiro, dificultando ainda mais a vida da nação, que deveria ser a NAÇÃO DA DESCOBERTA que é o Brasil, portanto e com tanto desencontro os políticos nacionais faliram diante das suas ideias egoístas e infames, fazendo com que a vida se tornasse ainda mais sofrível, desacreditada e causando o caos social, tendo como consequência, também, a violência. Fica difícil saber separar esse segmento do religioso, pois ambos perderam o rumo e saíram do prumo. Mas, como em qualquer momento da vida nós temos os que se destacam, ainda que em menor número, para tentar deixar um legado de salvação, ainda que como uma brasa quase adormecida por estarem sós na imensidão dos ideais verdadeiros. Refiro-me ao grande pensador e, até agora quase incorruptível Pedro Simon, pois é um dos poucos que pode apontar o dedo sem receio de queimá-lo.

Sua trajetória é louvável e sem arranhões significativos, diferentemente da maioria, principalmente quanto aos seus contemporâneos que arrasaram e arrasam o país, e assim ele passa a ser uma espécie de "mito as avessas" por não ter se tornado um dirigente máximo da nação do sofrimento, que é o Brasil. Uma pena Simon, pois muitos poucos seguiram os seus exemplos e não se apegaram ao seu legado.

Meus sentimentos de gratidão e admiração ao grande Pedro Simon.

Iran Damasceno.


"Ao Mestre Com Carinho"



"Na vida tudo é passageiro, menos os professores". Iran.


Olá, queridos mestres!

Ficaria difícil de relacionar aqui todos os meus professores para homenageá-los, até porque tive e tenho muitos, entretanto faço uma homenagem a esses seres que tanto contribuem e, por que não dizer, depois da mãe e do pai, são os que consolidam a vida. Como em qualquer outro aspecto da vida de relação existem os bons e os ruins, todavia e na essência da sua responsabilidade, o professor é um agente humano que mais contribui para a formação do ser integral e assim consolidam a vida em sua mais bela plenitude, que é a aquisição dos conhecimentos e valores éticos.

Muito obrigado aos meus mestres que tanto contribuíram com a minha formação moral e intelectual e que hoje, diante de tudo o que vivi, me auxiliaram quanto a formação de um ser pensante.

AO MESTRE COM CARINHO...

Iran Damasceno. 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Ale Acessórios, Verão 2015" (pulseiras e tiaras)




Olá, amigos!

Pra você que é lojista, revendedor, trabalha com consignados.. apresento-lhes "Ale Acessórios", Verão 2015. Uma linha de PULSEIRAS e TIARAS para todas as idades do público feminino. Aceitamos encomendas e várias formas de pagamento, levando ao local ou por sedex, pois essa linha está sendo muito solicitada pelas mulheres não somente na moda praia, porém para noite e tardes informais. 

Confira e faça contatos pelo Facebook (Iran Damasceno) ou pelo e-mail: iran.damasceno@yahoo.com.br) 

Abraço à todos e fiquem com alguns lindos modelos.




















































Iran Damasceno.