sábado, 29 de setembro de 2012

"Até Breve, Hebe Camargo"


Querido leitor!

Eu que sou um simples "mortal" entendo que a proximidade a um artista é apenas através das mídias e principalmente pela admiração que me é peculiar, devido ao fato de esses seres "imortais" nos darem tanto da sua arte. Quando um deles parte para a pátria espiritual é como se um vazio se apoderasse da gente, tanto é que, ao receber a notícia do falecimento da querida apresentadora Hebe Camargo, pairou sobre mim um momento de profunda reflexão e assim se fez até agora. Mas o que faz a gente admirar tanto a um artista? Somente a sua arte? Creio que não pois, pessoas como a carismática Hebe, vão muito além da simples e fascinante capacidade de apresentar, ela tinha o poder de entreter e apoderar-se da nossa alma, ainda que de maneira distante e através de uma tela de TV.
Resolvi postar uma foto, linda por sinal, onde estivesse o maior apresentador de TV de todos os tempos, Silvio Santos, sorrindo como se estivesse entendendo que a separação da Hebe é apenas momentânea,  de certo porque é exatamente assim que me sinto porque essa diva da televisão brasileira não está morta, apenas se despediu de nós despindo-se do seu corpo perecível para transcender a um patamar de luxo que nenhuma TV pode dar a ninguém. Ela está no mundo dos Espíritos certamente sendo amparada por Golias, Chico Anisyo, Grande Otelo, Manoel da Nóbrega... e tantos outros amigos seus.

Vai Hebe, vai "curtir" agora a maior das aventuras que é a transcendental viajem ao infinito e nos deixe com o seu legado de altives, através da sua arte de entreter e de penetrar em nosso íntimo com a sua simpatia e bondade. Que Deus te abençoe e te guarde!

Iran Damasceno.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

"Chefe Ou Líder"?


Olá, leitor!

Foi-se o tempo em que montar um negócio era somente ter dinheiro, sendo assim urge nos tempos atuais a capacidade de administrar de uma forma bastante peculiar, que é através da HUMANIZAÇÃO do relacionamento. Mas o que é humanizar o relacionamento?
Recordo da minha infância quanto a estudar, a época a sociedade se movimentava de maneira tradicional  e o indivíduo deveria ser Médico, Engenheiro, Advogado, Militar de alta patente... para ser considerado uma pessoa bem vista socialmente falando, entretanto, embora isso ainda tenha um certo "ranço" de verdade,  pelo fato de sermos um país tradicionalista no erro e avesso a mudanças no que está falido, ainda assim as coisas estão mais flexíveis e o talento está mais "em moda". Mas algo me incomoda, particularmente falando, que é a malfadada mania das empresas, através dos seus "chefes", de quererem somente "pessoas formadas" e não se importarem em formá-las de acordo com as necessidades da empresa e do mercado de trabalho, acompanhando a vida de relação. Conto aqui algumas experiências vividas que certamente irão colaborar com os que se interessam em melhorar-se enquanto profissional da sua respectiva área. Seguinte: Certa vez fui coordenar uma escola de futebol de um clube famoso do Rio, ao chegar lá deparei-me com um diretor completamente desequilibrado que somente queria ganhar dinheiro (quem não quer?) e não se importava em ouvir aos seus funcionários tanto é que lá já estava um jovem professor formado (Universidade) a uns quatro anos e foi o primeiro funcionário da empresa, por sinal bom colega de trabalho porque era atencioso, participativo, comprometido..., porém, eu não entendia o fato de já terem passado por lá uns três coordenadores e ele, sendo o pioneiro e detentor dessas qualidades que citei, não ter crescido no organograma e plano de carreira para galgar o cargo em questão. De início fiquei surpreso com o antigo coordenador que estava me avaliando para aprovar, junto a direção, a minha contratação, porque o mesmo não sabia fazer uma avaliação funcional dos atletas, não possuía um quadro esquemático dos professores, estagiários e funcionários de acordo com as suas funções e atribuições, ao ponto de os mesmos não terem um padrão de atuação e os funcionários da manhã atuavam diferentemente dos da tarde e, ao acontecer alguns fatos curiosos, a verdade vir a tona: Essas pessoas não foram bem ESCOLHIDAS e muito menos TREINADAS para entrarem na empresa, o que descambou no popularmente conhecido como "o samba do crioulo doido". Certa vês um atleta caiu e teve uma fratura no osso do antebraço, quase perfurando a pele, e nenhum deles sabia dar os primeiros socorros ao ponto de terem que me chamar na sala para atender ao rapaz, ora, sendo eles profissionais de Educação Física, passado quatro anos por uma Universidade, não saberem atuar em uma situação de adversidade? Isso é preocupante!
Isso é o "de menos", já tive uma experiência onde o dono de uma empresa onde eu era coordenador, me pediu que demitisse uma estagiária porque pegou-a "chupando pirulito" e eu, de pronto, ao ver que a jovem trabalhava de maneira satisfatória mesmo sendo estagiaria, perguntei o porque da demissão e ele respondeu: "Já falei com ela umas dez vezes e não adiantou". Eu insisti: "Onde estão as ocorrências das dez vezes  em que você falou com ela". Ele, já incomodado com os meus questionamentos,  me perguntou: "Você joga do lado dela ou do meu"? Respondi que não estava ali pra jogar e sim pra fazer as coisas andarem de forma correta. Moral da história: Descobri que ele a assediava sexualmente e a mesma não cedeu. Ah, brigamos e eu pedi demissão! Bem, diante dessas experiências enriquecedoras eu percebo que existem "chefes" e "líderes". Com qual deles você gostaria de trabalhar? Vejamos:

O que diferencia um chefe de um líder?



Esse pequeno quadro ilustrativo serve de alerta para nos orientarmos e percebemos que aí estão aslgumas características de cada um, todavia devemos entender que as concepções devem também ser discutidas a fim de podermos traçar o perfil do funcionário que queremos. É imprescindível a formação profissional, ninguém jamais irá discutir a cerca desse aspecto fundamental, porém, devemos observar que a formação nem sempre garante a capacidade do profissional se ele não tiver dois atributos importantíssimos  Inteligência emocional e visão "tandercat" (visão além do alcance). A inteligência faz com que possamos viver e na ausência dela, sobrevivemos. Já a visão além do alcance é a capacidade que separa o funcionário comum do empreendedor, sendo assim, se faz imperioso contratarmos bem e, fundamentalmente, treinar esse funcionário para que os problemas que são hoje pequeninos e por vezes imperceptíveis  não se tornem, a médio e longo prazo, uma avalanche de problemas. Outra questão importante é  a capacidade em lidar com os outros, muitos problemas são evitados quando temos pessoas humanas e firmes nas atitudes para que a convivência seja a melhor possível com o colega de trabalho ou cliente. 
O funcionário por vezes é bom mas, o que o faz um derrotado é um chefe incapaz que está ali apenas por ser amigo do diretor ou coisa parecida. Já vi empresas falirem por causa dessa "concepção". Vejamos algumas frases legais para que possamos empreender em nossas carreiras. São elas:

"Deus dai-me paciência para aturar meu chefe, porque se o senhor me der forças eu arrebento a cara dele". (Chefe grosso e desumano)

"99 acertos e nenhum elogio ou reconhecimento, 1 erro e 1000 condenações" (Chefe frustrado)

"Meu chefe me manda fazer, meu líder me diz vamos" (funcionario consciente)

"Não levante sua voz, melhore seus argumentos" (líder consciente e humano)

"Um chefe da ordem, um líder exemplo" (Marketing 3.0 - Philip Kotler)

É isso aí, se você é atento ao que acontece ao seu redor, seja como funcionário hierarquicamente abaixo ou líder,  veja no que mais lhe tocou esse humilde texto e MUDE.

Iran Damasceno.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Referencial Romano"


Olá, leitor!

Desde o surgimento das primeiras sociedades (período paleolítico) o homem vem se desdobrando em busca do novo, porém, com uma diferença marcante que é a inteligência e assim nós nos diferenciávamos de tudo ao nosso redor. Passando por algumas agruras naturais passamos a entender que a necessidade do deslocamento (vida nômade) era algo inevitável, pelo fato de migrarmos de um local para outro em busca do alimento, melhor clima... e assim a vida se mantinha porque o homem se utilizava exclusivamente do que a terra nos oferecia, sendo assim, a exploração de cunho BIOPSICOSSOCIAL manifestavas-se urgindo a sobrevivência e o aprendizado de maneira inconsciente, se comparados ao hoje.
As experiências adquiridas em épocas pretéritas nos fez transformar no que somos hoje e, consequentemente, o desenvolvimento se deu de maneira prática e observável ao nível consciente por causa das necessidades, a partir daí passamos a entender que todo efeito provém de uma causa. Mas porque isso ainda está em conturbada relação no mundo tido como moderno, se a consciência é manifestada a um nível quase incomensurável? Talvez as respostas estejam nas atitudes enfermiças do homem em querer sempre ter mais do que necessita e no poder isso seja uma regra vigente. Diante de uma periodização ampla no sentido de vida, já na fase neolítica (revolução cultural) o ser se movimenta mais astuto e surgem as culturas da agricultura, criação de animais domésticos.. e possivelmente, ainda que nômades também, o homem tomou a consciência da necessidade de uma organização maior e as sociedades passaram a progredir diante de tantos problemas naturais, eu diria. Hoje em dia a "cópia" mal feita dessa organização (refiro-me ao Brasil) está se deteriorando quando na verdade deveríamos estar em conformidade com o que mais possuem de bom os povos europeus, por exemplo. A Suíça é um exemplo do que digo!

Chegando mais a frente, já na Roma antiga (Monarquia ou Realeza - 753-509 a/c), (República 509-27 a/c) e finalmente no (Império 27 a/c-476 d/c), podemos observar uma evolução no que tange aos dificultosos processos de sobrevivência, entretanto as dificuldades passam a ser outras mostradas na vida de relação por um povo que era extremamente hostil, mas que começava a caminhar para o progresso atual. Embora estivéssemos brutais, ainda assim podemos notar que as divisões das épocas nos deram um referencial quanto a posicionamentos e culturas novas, porém, todo esse manancial de construções nos levou ao "NADA" religioso e político e as heranças malditas estão aí até hoje. Notemos que na Monarquia houve um sutil crescimento de Roma, todavia esse crescimento vei a custa de muito sofrimento através das lutas contra os povos vizinhos que acabaram exterminando o sistema vigente de organização social. Veio então a República onde o Rei deu lugar a eleição de dois cônsules: Patrícius e Plebe! Os Patrícius ocupavam as magistraturas indo de encontro aos Plebes que travaram uma luta, havendo então a discriminação SOCIAL E POLÍTICA. Já no Império as coisas se manifestaram de maneira menos sofrível onde a corrupção e as extorsões foram silenciados, eu diria. A partir de então as coisas "descambam" para um outro prisma social: Iniciam-se os excessos de poder!

Bem, terminando a observação de maneira sintetizada, notemos que a era pós-Cristo nos deixou uma verdadeira HERANÇA MALDITA, como falamos anteriormente, em relação as religiões e a política dos ordinários e hoje em dia copiamos, de maneira caricata e audaz, os preceitos relacionados a essas duas instituições principalmente nos países latinos pelo fato de o povo que aqui habita, serem de uma "linhagem" sem a cultura dos teatros da Grécia antiga, da Literatura romana... mas que se aviltou nas teias do perecer político e religioso deixando-se manipular por esses dois "poderes" quase que absolutos ao longo da história das sociedades organizadas, portanto, se apreciarmos as agruras das épocas pretéritas e tomarmos como iniciativa as ações de alguns povos europeus, por exemplo Alemanha e  Itália, independentemente dos seus problemas (quem é que não os tem?), juntamente com o Japão, certamente que estaríamos em situações sociais, econômicas, culturais... bem melhores da qual estamos atolados de problemas. Mas vamos chegar lá, falta-nos somente  a vontade do empreender e a moralização política e religiosa para darmos um passo gigantesco na senda da evolução.

"Ave Cesar" (Itália) "Ave Maria" (Brasil)!

Iran Damasceno.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

"Aconteceu e Acontece"

Olá, leitor!

Diante de tantas notícias importantes ao longo dos últimos dias, vejamos algumas que marcaram de maneira contundente e significativa a sociedade brasileira.


Um dos "sócios do mensalão", o publicitário Marcos Valério, após ser condenado resolveu "ameaçar a quem possa ameaçá-lo", dizendo: "Deixei uma gravação com a minha esposa a respeito do envolvimento do ex-presidente Lula no mensalão e, em caso de eu não aparecer em 24 horas, que ela entregue a polícia". Vamos lá: É um verdadeiro canalha pois, enquanto havia a possibilidade dele ser absolvido negava tudo, a partir do instante que não tinha mais jeito, resolveu ameaçar. Isso serve para termos uma ideia do quanto de sujeira tem por aí mas que infelizmente não dará em nada, porém, estamos caminhando para que um dia, quem sabe, as coisas comecem a acontecer e a justiça que nunca houve no Brasil possa aparecer.


E por falar em sujeira, sabem quem é esse aí? É o prefeito de Japeri, Timor! Ele está sendo investigado sobre um assassinato e, segundo a delegacia que investiga o caso ele seria o mandante de um opositor seu, juntamente com mais três secretários, dois vereadores e seu motorista. Vamos aguardar, entretanto, me causa estranheza o fato de um dos secretários estar preso e ainda não ter sido exonerado, basta saber agora o que o apresentador do programa "Fala Baixada", na CNT, Mauro Vasconcelos (foto abaixo) vai dizer, até porque ele "estende o tapete vermelho" para o Timor em seu programa. 
Confesso que não assisto ao programa mas vou passar a fazê-lo para ver se ele se pronunciará a esse respeito.


Quem é o craque de futebol do Brasil?


 Tenho que "tirar o meu chapéu" pra esse garoto porque, não só por estar arrebentando em campo, mas por estar amadurecendo rapidamente como homem. refiro-me ao Neymar. Ele tem sido criticado pelas torcidas adversárias (sabemos o porque) e mesmo assim não deixa  a "bola cair", tem jogado pra caramba. O que me chama a atenção é a sua personalidade e de como ele encara a realidade das coisas sem deixar a desejar, embora digam por aí os especuladores de plantão, que ele gasta em demasia, não tenho visto nada que desabone a sua postura. Aliás, ganhando o que ganha ele tem mais é que gastar mesmo.

Bem, fico por aqui desejando-lhes uma ótima semana e augurando que as coisas possam se desenrolar de maneira mais agradavelmente possível e que sejamos felizes, apesar dos mensalões, assassinatos e corrupções dos lobistas...

Iran Damasceno.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Genebra, O Paraíso Da Terra"


Olá, leitor!

Sempre que se fala em mudança, seja de qual natureza for, o brasileiro logo "torce o nariz". Certamente pelo fato de sermos um país com raízes profundas quanto as culturas próprias em relação a festividades e, por incrível que possa parecer, isso se torna imprescindível ao ponto de deixarmos de lado uma vida melhor no sentido de bem estar global. Se pensarmos em uma mudança de país para adquirirmos mais cultura, viver em um clima mais puro, ter uma educação de verdade, saúde pública de qualidade, viver em uma sociedade organizada... obviamente que pensaríamos na SUÍÇA. Mas que país é esse que tanto se diferencia dos demais em relação a tudo? Vejamos alguns aspectos:
Genebra é considerada pela pesquisa mundial de qualidade de vida a segunda melhor do planeta (atrás da também suíça Zurique), e subiu a uma posição, em relação ao ranking do ano passado em função do seu sistema escolar, considerado o melhor do mundo.


Embora o país tenha influência religiosa através do catolicismo e do protestantismo, ainda assim não sofre como os países latinos, por exemplo, que pautam as suas ações em condições religiosas que não contribuem para o seu desenvolvimento. A economia é equilibrada e bem distribuída por ser um país que direciona suas ações e esforços nos serviços, o que da a população uma vida mais estruturada e confortável em todos os aspectos de uma sociedade. Que nós possamos, enquanto "latinos estacionários", aprender com esses povos que tanto investem e voltam seus esforços para o bem comum.

Iran Damasceno.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

"Atividade Aeróbia: Fundamental nos Tempos Atuais"


Amigo leitor!

Desde que os primeiros homens começaram a habitar o planeta terra eles precisavam se movimentar para sobreviver. Notemos que as condições de vida aqui, em épocas primitivas, eram bastante diferentes dos tempos atuais no que tange a tecnologia e facilidades. É, bem mais difíceis eu diria. Se nos basearmos nas tarefas diárias do ser em plena ebulição quanto a sua inteligência, veremos que era crucial uma boa capacidade física para a sua sobrevivência porque além de ter que caçar e pescar ele tinha que se defender das "feras" hostis, que eram os animais da época, sendo assim, será que já paramos pra pensar o quanto deveria ser desgastante todos os dias ter que sair pra buscar os alimentos "em movimento"? Fugir de um tigre de bengala, por exemplo? Então, não somos mais felizes hoje em dia? Desculpem-me, mas vou frustrá-los: Nem tanto! Porque isso?
Se estivermos atentos veremos que a medicina, a nutrição, atividade física, tecnologia do deslocamento, praticidade dos supermercados... ficaram mais próximos de nós, aí saberemos da importância de entendermos isso mas, em caso de abusos quanto a interpretação dessas facilidades, certamente que sairemos em desvantagens se comparado a era primitiva. Vamos lá: Estamos nos alimentando mal, utilizando a tecnologia de forma inadequada, a medicina está cada vez mais distante de nós, os excessos quanto a carga de trabalho em busca do dinheiro estão aterrorizantes... essas informações já servem de alerta para a nossa conscientização quanto a adquirirmos uma vida mais saudável, portanto informo sobre a importância de treinarmos através do método de treinamento chamado AERÓBIO. Mas o que é esse metodo?

"Atividade aeróbia é toda aquela realizada num período de médio a longo prazo, sem interrupções, com alguma forma de deslocamento, se possível". Podem ser elas: Corrida, caminhada, natação, hidroginástica,  ginástica de academia (Jump, Step, Circuitos...), transport... mas uma questão precisa ser observada: Cada um é cada um! O que isso quer dizer? Existem pessoas que são consideradas "privilegiadas" geneticamente falando, são aquelas que comem bastante e estão sempre magras. Já existem outras que são as "desfavorecidas" geneticamente falando porque comem até pouco mas, se não estiverem vigilantes, engordam demais. Mas o que eu sugeriria seria a prática da atividade física e ou exercícios físicos, de maneira rotineira: "Chova ou faça sol" (escolhendo bem os horários e formas de praticarmos) devemos praticar e, mesmo que não consigamos ficar com o corpo da maneira como gostaríamos (até porque somos como somos, apenas podemos melhorar), a saúde melhorará muito e as funções diárias também. Vejamos  um gráfico ilustrativo sobre atividade aeróbia e os seus benefícios:


1) Melhora do condicionamento físico geral (fico mais resistente para as ações do dia a dia);
2) Melhora do sistema cardiovascular (circulação do sangue para todas as partes do corpo, impulsionada pelas contrações do coração)
3) Melhora da funcionalidade articular; (lubrificação e funcionalidade geral)
4) Fortalecimento da musculatura (aumento da quantidade de fibras)
5) A respiração fica bem mais coordenada e eficaz (o consumo fica mais econômico)
6) Queima da gordura residual (aquela que é desnecessária em excesso)
..... e muitas outras melhoras.

Bem, se você está parado (a) mas quer adquirir alguns desses benefícios, comece a pensar nisso e inicie JÁ a movimentar seu corpo seja em academia ou caminhando apenas, porém, peça orientação a um profissional de Educação Física após ter ido ao Médico.

Volto ao assunto, em breve, com informações sobre como nos orientar em caso de não termos um personal. Abração aos que buscam melhorar e lamentações aos "preguiçosos".

Iran Damasceno.



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

"Será Que Sabemos Votar"?


Olá, leitor!

Estou aqui através do meu blog, na condição de cidadão comum, para tratar de um assunto de suma importância, ainda mais em ano de eleição: Saber votar! Será que o brasileiro já aprendeu a votar? Vamos lá, diretamente ao assunto: 

1º A propaganda política -> Essa garante, por vezes, a eleição do candidato por se tratar de uma "arma" poderosa de convencimento e ilusão, também. Mas os mais antigos já diziam: "Buniteza" nem sempre põe mesa". Cuidado com as propagandas coloridíssimas, com o candidato maquiadíssimo, sorrisos escandecentes... isso pode esconder a sua capacidade de procura pela verdade e, o que é pior, fazê-lo esquecer do que ele tenha feito de errado.

2º Associação de imagem -> Muitos candidatos pegam "emprestado" a imagem ou o sobrenome de alguém mais famoso e popular, porém, devemos saber se esse alguém que empresta sua imagem ou seu sobrenome é pessoa de bem pois, do contrário, elegeremos mais um canalha e ajudaremos ao outro canalha a se perpetuar em suas sacanagens.

Você se lembra dese cara aí? Espero que sim!


3º Ar de bom moço -> Em épocas de eleições todos ficam sinceros, gentis, distribuem santinhos, flores, dão beijinhos nas crianças, apertos de mão diversos, distribuem camisas, troféus, bolas de futebol... em beiradas de campo e depois somente retornam dois ou quatro anos após tudo isso. Devemos investigar o seu passado e presente e, se possível, suas intensões futuras, haja vista que muitos pedem o seu voto para vereador e após dois anos se candidatam a deputado e saem fora, se eleito for. Político tem que estar nas ruas e o vereador deve estar fiscalizando o que o executivo (prefeito) faz ou deixa de fazer e não criando "serviços sociais", que de sociais não tem nada por ser o seu dinheiro que está ali lhe dando um paliativo para depois ficar com seu voto e ter pela frente quatro anos pra enriquecer.


4º Obras de maquiagem -> Outra forma perniciosa de angariarem votos dos mais desinformados são as "obras" que, por vezes, são meras "maquiagens". Isso ocorre sempre próximo as eleições e na maioria das vezes são coisas pueris e sem significado para o crescimento da cidade, sendo assim, se faz imperioso que o eleitor esteja atento as obras que iniciam e não acabam ou aquelas que sequer saem do papel. Você sabe onde é a imagem abaixo, morador meritiense? Sim, é a Praça da Matriz! As "obras" que disseram que seriam feitas no Centro do município foram feitas: "Tijolinhos inacabados" nas calçadas (e já esburacadas), "asfalto sem amparo lateral" (que certamente sairá com as chuvas fortes), "quebra molas sem faixa amarela" (sinalizador)...


É isso aí eleitor, dia 7 de Outubro está chegando e teremos, mais uma vez, a oportunidade de RETIRAR do cenário político, pelo menos em cargo eletivo, aqueles que tanto mal causam a sociedade. Lembremos: Nossas "armas" são o voto e a divulgação do que está errado mas, se existe alguém que vende seu voto por R$ 40, 50, 70 reais, desconsidere essa postagem.

Iran Damasceno.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

"Desentendimento Entre Fanfarrão e o Dissimulado"


"Se deres ao homem poder, fama e dinheiro, saberás quem ele realmente é". (Sábio ditado popular)

Não vou fazer rodeios aqui a respeito do que quero dizer, até porque o Fred já é meu "velho conhecido" em relação ao seu caráter, ou seja: Não o tem! Já o Mano Menezes (que sequer tem nome próprio a frente do sobrenome) me passa a impressão que apenas é mais um "manipulável" como quase todos que passam pela seleção brasileira, todavia, começo a suspeitar do seu caráter também pelo simples fato de estar "tendendo" a desvios de coerência quanto as convocações e escalações, passando pela forma de jogar de sua equipe. Mas não farei "delongas", vou direto ao assunto: Quem são esses dois personagens que estão se movimentando no cenário do futebol brasileiro?
Bem, o Fred, eu não escondo de ninguém, me trás um sentimento que eu abomino que é justamente o de asco por pessoas falsas e desprovidas de caráter, me recordo o que ele fez com o ex-médico do Fluminense, Michel Simoni, respeitado profissional no ramo da Medicina desportiva em todo o mundo, quando o mesmo foi demitido devido as manifestações de insatisfação do jogador que, pasmem, duvidou do tratamento e da medicação dada pelo médico. Não que ele não possa discutir com o médico, porém, a forma covarde como fez foi de dar nojo. Desde então eu passei a observar as suas atitudes e entendo que trata-se de uma pessoa "mimada", aquela que quer tudo a sua maneira e não admite que façam ao contrário da sua vontade. Perdeu comigo! Já o Mano eu vejo se tratar de "mais um" na seleção, até porque sabemos, embora não tenhamos "provas palpáveis", que o cargo é assim e não existe a possibilidade de se trabalhar na CBF com 100% de autonomia e, consequentemente, terá que "rezar na cartilha" dos maiores interessados, que são os detentores do poder e da mais alta cúpula da manipulação do futebol brasileiro: As grandes empresas que investem em si próprias, através dos jogadores, e dos empresários que bancam essa simbiose de poder e dinheiro.
Por aqui eu fico, dizendo: Dificilmente meu dinheiro será "visto" por essa corja que se utiliza da ignorância dos "emotivos" somente e que tanto se mantém ao redor do "famigerado" dinheiro, que são os dirigentes do futebol brasileiro e das empresas que bancam isso tudo e lucram ainda mais. 

Iran Damasceno.

"Síndrome De Burnout" O que é isso?


Olá, leitor!

Quando na era primitiva o homem já sentia a pressão por parte da tribo pelo fato de a família haver crescido e, consequentemente, ter que trazer mais comida pra caverna. Juntamente a isso a caça era veloz e por vezes perigosa, o que demandava mais disposição e energia a ser desprendida. Quando tínhamos que arrastar coisas também precisávamos de muita força e os mais fortes sempre eram "mais cobrados", mas a partir daí começamos a pensar melhor e criamos a pedra polida, que acabou se transformando na roda. Diminuímos os esforços, porém, a família aumentava por causa do sexo ter ficado mais prazeroso e o ser enveredando por esse "oásis" de emoção. Na idade média, por exemplo, tínhamos que nos deslocar por distâncias enormes, ainda que a cavalo ou de carroça, entretanto, isso nos causava um cansaço considerável e as cobranças eram bastante visíveis até mesmo pelo fato de termos que nos superar em trabalho afim de pagarmos os tributos exigidos a época, pelo clero religioso em vigência.
Passado tudo isso chegamos a era moderna, as roupas são lavadas na máquina de lavar, os automóveis extremamente modernos e luxuosos, conduções de massa mais confortáveis, a internet encurtando distâncias, assim como a telefonia móvel, a medicina nos deixando com uma longevidade ainda maior, a alimentação bem mais prática mas, diante de toda essa viabilidade de convívio social, nos deparamos com um inimigo voraz: O TER! Mas o que redunda nessa vontade quase que irresistível? Na síndrome de Burnout! Para sabermos ou revermos sobre um assunto de tamanha importância nos tempos atuais, deixo-lhes com o excelente estudo dos pesquisadores Alessandra maria Chiste, Edson Neves Luz, Lidiane Kelly Seabra Montovani, Lívia Samanta, e Paula Pinheiro, através do Psicologado Artigos, em 23 de Agosto de 2012. Vejamos. 
O conceito de burnout foi utilizado pela primeira vez em 1960 por Bradley, o qual, somente começou a ser mais observado e divulgado a partir das pesquisas de Freudenberger. Isto não significa que os indivíduos não estavam sofrendo seus efeitos há muitos anos, faltava apenas a identificação e investigação a fim de classificá-lo adequadamente. Desde então, surgiram novos pesquisadores como Maslach, sendo este, um dos pioneiros no que se refere à síndrome deburnout. Segundo esse autor o termo burnout origina do inglês: burn = queimar e out = fora. É uma terminação que designa algo, ou alguém que não possui mais energia, ou seja, que já esgotou todas as suas forças. Assim, a partir da década de 80, o conceito de burnout, foi mais propagado devido à intensificação e ampliação dos estudos realizados por Maslach e Jackson, definindo-a como uma síndrome multidimensional constituída por exaustão emocional, desumanização e diminuição da realização pessoal no trabalho (CARLOTTO; PALAZZO, 2006, BENEVIDES-PEREIRA, 2003; 2004).
Autores citados por Carlotto (2002) afirmam que o burnout é um tipo de estresse ocupacional, acomete os profissionais que mantém uma relação com qualquer tipo de cuidado de atenção direta, contínua e altamente emocional, sendo que, as profissões mais vulneráveis podem ser àquelas que envolvem serviços, tratamento ou educação.
Para Maslach, Schaufeli e Leiter (2001, apud CARLOTTO, 2002), há várias definições da síndrome de burnout, no entanto, cinco elementos são comuns a todas, são eles: a predominância de sintomas relacionados à exaustão mental e emocional, fadiga e depressão; a ênfase nos sintomas comportamentais e mentais e não nos sintomas físicos; os sintomas do burnout são relacionados ao trabalho; os sintomas manifestam-se em pessoas “normais” que não sofriam de distúrbios psicopatológicos antes do surgimento da síndrome e a diminuição da efetividade e desempenho no trabalho ocorre por causa de atitudes e comportamentos negativos.
Segundo Benvides-Pereira (2004) o burnout é uma reação de enfrentamento inadequada diante da cronificação do estresse ocupacional, e advém das falhas de outras estratégias para lidar com o estresse. Nesse sentido Abreu (2002) ressalta que a síndrome de burnout é o resultado de várias tentativas de lidar com situações estressantes.
Dando continuidade Benvides-Pereira (2004), a exaustão emocional é caracterizada pela falta de energia, sobrecarga emocional, sensação de esgotamento emocional e físico. Trata-se da constatação de que não se dispõe mais de nenhum resquício de energia para levar adiante as atividades laborais. O dia a dia no trabalho torna-se penoso e doloroso, podendo levar a despersonalização e um processo que envolve atitudes de distanciamento emocional em relação às pessoas com as quais presta serviços e com os colegas de trabalho. A ação do indivíduo torna-se impessoal, agindo sem afetividade. O cinismo, a ironia e a rispidez também são alguns dos comportamentos presentes, sendo considerado como o elemento defensivo da síndrome. A diminuição da realização pessoal consiste no descontentamento pessoal, decrescem os afazeres ocupacionais, gerando a perda da satisfação e da eficiência do trabalho. Há uma autoavaliação negativa por parte do indivíduo, sendo comum o sentimento de descontentamento pessoal, em que o labor perde o sentido passando a ser um fardo.         
 Sintomas, Causas e Consequências
Considerando a evolução da síndrome de burnout, que afeta de maneira significativa a relação do indivíduo em suas atividades laborais a síndrome de burnout apresenta sintomas, físicos, psíquicos, comportamentais e defensivos. Existe na literatura uma extensa lista de sintomas associados a essa síndrome. A tabela utilizada a seguir, faz parte dos estudos de Benevides-Pereira (2004), que foi mencionada por trazer uma melhor e mais completa compreensão dos sintomas da síndrome de burnout.
Sintomatologia de Burnout
FÍSICOS
COMPORTAMENTAIS
Fadiga constante e progressiva
Negligência ou excesso de escrúpulos
Distúrbios do sono
Irritabilidade
Dores musculares ou osteo-musculares
Incremento de agressividade
Cefaleias, enxaquecas
Incapacidade de relaxar
Perturbações gastrointestinais
Dificuldade na aceitação de mudanças
Imunodeficiência
Perda de iniciativa
Transtornos cardiovasculares
Aumento do consumo de substâncias
Distúrbios do sistema respiratório
Comportamento de alto-risco
Disfunções sexuais
Suicídio
Alterações menstruais nas mulheres
PSIQUICOS
DEFENSIVOS
Falta de atenção, de concentração
Tendência ao isolamento
Alterações do pensamento
Sentimento de onipotência
Lentificação do pensamento
Perda de interesse pelo trabalho (até pelo lazer)
Sentimento de alienação
Absenteísmo
Sentimento de solidão
Ironia, cinismo
Impaciência
Sentimento de insuficiência
Baixa autoestima
Labilidade emocional
Dificuldades de autoaceitação
Astenia, desânimo, disforia, depressão
Desconfiança, paranoia
Fonte: Benevides-Pereira (2004, p. 38).
Segundo Carlotto (2002) há uma preocupação em identificar as causas do burnout. Faber (1991 apud CARLOTTO, 2002), considera que as causas podem ser uma combinação entre fatores individuais, organizacionais e sociais, pois esta interação produziria uma percepção de baixa valorização profissional. Benevides-Pereira (2004) ressalta que as causas são multifatoriais, tratando das características pessoais, tipo de função realizada e também da constelação de variáveis advindas da organização/instituição onde o trabalho é desenvolvido. Afirma ainda que esses fatores podem mediar ou facilitar o processo de estresse ocupacional, que futuramente irá dar lugar ao burnout. As variáveis de personalidade, assim como as sócio- demográficas, não são em si deflagradoras do burnout, mas diante de uma instituição comprometida, podem facilitar o desencadeamento da mesma.
Soares e Cunha (2007) destacam que as consequências da síndrome de burnout podem ser graves, como por exemplo, a desmotivação, frustração, depressão e até a dependência de drogas, refletindo nas relações interpessoais e familiares do indivíduo.
Faz-se necessário salientar que nem todos os sintomas devem estar necessariamente presente em todos os casos, esses dependerão dos fatores individuais, ambientais e o estágio que o indivíduo se encontra na síndrome de burnout. Nesse sentido, Lopes (2009), faz menção ao trabalho de Benevides-Pereira, em que a autora enfatiza que as manifestações dos sintomas de burnout referem-se às características individuais e às circunstâncias em que se encontram, ou seja, o grau de manifestação é diferente, no qual se deparam com a frequência e a intensidade em que ocorrem, podendo ser num processo gradual e cumulativo. Assinala ainda uma referência quanto à frequência, que quando esporádico, os sintomas podem ser classificados em menor grau, no entanto, se o sintoma é permanente pode ser considerado em grau maior. Com relação à intensidade, esta pode ser considerada em níveis baixo e alto, que pode ser desde as irritações à presença de doenças e somatizações  
 Tratamento
De acordo com Jbeili (2008), o tratamento da síndrome de burnout, é essencialmente psicoterapêutico com psicólogo. Para os casos que o indivíduo apresenta problemas biofisiológicos, é necessário ser acompanhado da administração de medicamentos. Menciona ainda entre os métodos psicoterápicos não há uma abordagem melhor que a outra, deve-se considera a melhor adaptação individual para cada método disponível. Em relação à medicação, também deve ser levado em consideração que cada caso é específico e pode alternar entre analgésicos e complementos minerais até ansiolíticos e antidepressivos.
Quando o assunto é o tratamento em conjunto com a instituição que o indivíduo trabalha, Carlotto (2009) coloca que é importante o tratamento juntamente com a empresa em que o trabalhador atua, para que assim, possa haver a diminuição dos fatores de estresse que acarretam na doença.
Projeto de lei
A esse respeito, em meados de 2009 a Câmera dos Deputados de São Paulo, aprovou o Projeto de Lei nº 15.206, de autoria do então Vereador Penna, sendo tal medida responsável pela criação da semana de conscientização sobre a síndrome de burnout. Destaque-se que ainda no referido ano, foi apresentado em Brasília, outro projeto com o mesmo escopo, qual seja, o de criar uma semana referente a tal síndrome, contudo a nível nacional. Assim, tal iniciativa tem o intuito de conscientizar a população acerca dos males que acometem muitos trabalhadores das mais diversas áreas, precavendo assim a sociedade, sobre os danos causados pela síndrome laboral.
Diante de tal exposição hoje o principal desafio é que a síndrome de burnout seja reconhecida como uma doença, pois desta forma, será possível realizar os diagnósticos necessários, a fim de se identificar a síndrome em questão ainda em seu estágio inicial, fato este que, poderá impedir que tal mau se agrave.
Neste contexto, fora realizado um estudo epidemiológico com professores segundo (Carlotto & Palazzo, 2006) apudLevy (2009), com objetivo final identificar a existência de síndrome de burnout em relação a tais profissionais. O referido estudo consistiu-se na aplicação de questionário sócio demográfico (Maslach Burnout Inventory) em relação a 217 professores de uma escola particular da região metropolitana de Rio Grande do Sul/RS. Dessa forma, apurou-se que o mau comportamento dos alunos, as expectativas geradas por seus familiares e a precária participação dos professores nas decisões institucionais, foram os fatores que acarretaram em uma associação direta com a síndrome em questão.
Nessa acepção, alguns estados já adotaram as medidas necessárias em relação aos professores que por ventura venham apresentar sinais da síndrome, tendo como exemplo a Cidade de Cuiabá, que segundo a iniciativa do Vereador Washington Barbosa (2009), líder do PRB no Legislativo da Capital de Mato Grosso, dispõe que os profissionais que ingressam na educação, devem ser avaliados por uma equipe multidisciplinar de médicos, psicólogos e assistentes sociais, os quais anualmente deveriam submeter-se a realização de tais acompanhamentos, a fim de se avaliar a saúde mental e emocional dos docentes.
Com base nas pesquisas acima citadas nos deixa claro que temos subsídios o suficiente para sabermos que a síndrome de Burnout se não tratada pode trazer sérios danos a saúde física e mental do trabalhador, sendo imprescindível a constante avaliação dos mesmos.
Considerando os dados obtidos nesta pesquisa, ficou claro que a globalização no qual está anexada em seu conjunto estrutural várias regras e metodologias a serem seguidas, para um desenvolvimento adequado da sua característica capitalista, levou as empresas a se adequarem a este modelo exigente e competitivo, expondo o indivíduo enquanto trabalhador à condições cada vez mais estressantes no ambiente laboral, contribuindo para o emergir da síndrome de Burnout, a qual pode-se perceber, traz consigo consequências que tem gerado um desarranjo na capacidade de trabalho dos indivíduos acometidos por ela, podendo desencadear em prejuízos biopsicossociais, surgindo neste ponto o necessário encontro entre psicoterapeuta,  indivíduo e empresa, o contexto no qual  o profissional terá em suas mãos ferramentas para trabalhar na busca da diminuição dos fatores estressantes causadores da síndrome. Confirmando todos os levantamentos bibliográficos realizados em literaturas especializadas no assunto em questão.
Mediante tais argumentos apresentados ao longo do trabalho pode-se sugerir ao corpo acadêmico, juntamente com a prefeitura, escolas, faculdades, sindicato dos trabalhadores, famílias e profissionais envolvidos, lançarmos mão do que possuímos para intervir por meio de publicações, palestras, outdoors entre outros aparatos, desenvolvendo através dessas atividades um melhor entendimento de situações as quais todos enquanto seres humanos estão vulneráveis, tal como a Síndrome de Burnout e com o objetivo de atingirmos a esfera maior do poder público, para que os mesmos possam perceber as necessidades da sociedade, e assim disponibilizar maiores investimentos para pesquisas e analises no que tange a possibilidade de se obter um diagnóstico e tratamento mais preciso e rápido da síndrome.
Postado por Iran Damasceno.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

"Alcoólatra Ou Vítima Do Frankenstein Torcedor"?


Olá, leitor!

Na busca incessante em termos uma vida mais tranquila e cheia de conforto e segurança podemos dizer que qualquer ser humano luta pra isso, basta percebermos que todo individuo está para o bem assim como a vida a nos brindar com as suas maravilhas. É só olharmos atentamente a natureza e observarmos o que ela nos quer oferecer. As sociedades estão sendo conduzidas por nós por caminhos difíceis em tempos de tamanha força de vontade pelo ter e assim acabamos sendo vitimas de nós mesmos, quando em ações de desvarios onde nos rendemos ao que é pueril e decrescente. Essa mesma sociedade que construímos, por vezes, se vira contra nós pelo fato de estarmos sempre conquistando o que não deve ser nosso, como: Dinheiro em excesso, vaidades, egoísmos, luxuria, banalidades... e, sendo assim, eu arriscaria dizer que o Adriano está dentro dessa observação. Em fim, ele está de volta a rotina que sempre lhe trás problemas, que é a do futebol. Mas a discussão agora é: Ele é ALCOÓLATRA?
Prometi que não postaria mais nada sobre esse rapaz mas, diante da comoção social que é causada pelas suas atitudes, passando pela permissividade da mídia e dos que dele "se alimentam", se fazem necessários meus comentários até porque crianças e jovens precisam ser alertados a cerca dos fatos. O que eu trago pra discutirmos, hoje, é se ele é ou não é alcoólatra. Pra entendermos melhor, entendamos o que é ser alcoólatra:
alcoolismo é geralmente definido como o consumo consistente e excessivo e/ou preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este comportamento interfira com a vida pessoal, familiar, social ou profissional da pessoa. O alcoolismo pode potencialmente resultar em condições (doenças) psicológicas e fisiológicas, assim como, por fim, na morte.
Será que o Adriano se encaixa nesta definição? Ao logo dos últimos dez anos eu venho ouvindo diversas coisas a seu respeito, mas uma me chamou a atenção: A morte do seu pai. Se entendemos por essa ótica, como é que alguém que sente a falta do pai, tendo toda uma família a sua disposição, a mídia, dinheiro, amigos, fama, facilidades... pode estar em tal situação? Sei que cada um é cada um, porém, vejo que ele já está com 30 anos de idade e, diante das suas passagens por países de culturas elevadíssimas, de tanta informação, carinho de todos, acompanhamentos diversos ele pode se deixar chegar ao ponto de se tornar um alcoólatra? Será que um alcoólatra consegue jogar futebol? Ser praticante de uma rotina tão exigente com seu corpo e sua mente? Será, também, que o motivo não seria outro de ele não jogar mais futebol e não conseguir cumprir com a sua rotina de trabalho, mesmo ganhando "rios" dinheiro e tanta liberdade, sem ter patrão no seu pé e adquirir tanta coisa? Já me deparei com situações de espanto quando cheguei a jogar com jogadores que bebiam demais, entretanto, nunca os ouvi dizer que não conseguiam praticar a sua atividade porque o álcool não permitia, portanto começo a tentar entender se o Adriano é alcoólatra ou se ele gosta é de farra e já está de "saco cheio" dos compromissos, até porque ele está MILIONÁRIO e tem o "mundo aos seus pés". Se ele é portador dessa doença terrível eu vejo que o tratamento está errado porque sempre as pessoas estão encobrindo as suas "lambanças", o que pode sim estar contribuindo com tudo que ele afirma estar passando. Se é isso realmente, não estariam reforçando o problema?
Certos tipos de personalidades entendem que isso é normal pelo fato estarem para o futebol assim como estamos quando assistimos a um filme romântico onde até choramos. Informo que o filme é utopia, por vezes, mas o futebol é realidade e dessa mesma realidade dependem muitas pessoas pelo poder incisivo que esse segmento social tem na sociedade e, consequentemente, na vida dessas mesmas pessoas, basta observarmos que o inconsciente do ser está intacto e ele passa a se permitir ser envolvido na questão diretamente e se vê na realidade que não é a sua. Daí surgem os "ídolos" em suas vidas e esses "personagens" fictícios moldam as vidas das pessoas que estão cegas e surdas para uma realidade que está interferindo profundamente na vida de relação, basta ver que o indivíduo sai de casa para matar e ser morto, por causa de uma partida de futebol e um "ídolo de papel" que não deixa nada de positivo em sua tão sofrida vida. Daí eu acho que surge um Adriano "monstruoso" mas, devemos lembrar que, o "Frankenstein" somos nós e não o jogador. Ele passa, então, a ser a vítima dele e dos que se aproveitam da sua ilusão de figura conhecida e líder e por isso acabam vivenciando uma situação de simbiose patológica. "Eu dou o chute e você me aplaude". "Eu faço balburdias e farras com mulheres bonitas, carros importados, apartamentos luxuosos e você, torcedor, se satisfaz com as migalhas que caem dos meus bolsos abarrotados de grana, fazendo com que o sofredor do metrô lotado para ir trabalhar diariamente se sinta, ilusoriamente e momentaneamente, abastecido de uma massagem virtual em seu ego tão adormecido de ilusões".

É nisso que "transformamos" o Adriano, num alcoólatra da bebida oferecida por nós mesmos.

Iran Damasceno.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

"Os Anos 70 Foram Bons Demais"


Olá, leitor!

Se tem uma coisa que move a vida é a emoção e é banhado nesse manancial de construção que eu estou escrevendo a respeito de um tema bastante legal e, caso você tenha afinidade com ele, certamente irá gostar. Refiro-me aos anos dourados de 1970. Em princípio, para os jovens de hoje em dia isso é apenas uma vaga lembrança, porém, pra nós que vivemos as maravilhas de uma época inigualável, certamente que as lágrimas vem aos olhos quando lembramos as diversas coisas maravilhosas que presenciamos e construímos. Vamos relembrar algumas delas? Então:


Quem lembra e frequentou os cinemas Madureira 1 e 2 e, após alguns anos, surgiria o 3, sabe que foi muito legal quando íamos assistir a filmes, como: "Conan o bárbaro", "A ilha do Dr Morreau", "Os embalos de sábado a noite"... Na saída, aos Sábados, atravessávamos a ponte de Madureira e partíamos pra lanchar no Bob`s que ficava dentro do "Tem tudo", lembram?



Quem não curtiu e teve o disco do filme "Os embalos de sábado a noite"? Época ímpar e as noites nos bailes e nos quintais das nossas casas eram "regadas" ao som dos Bee Gees, "Tavares"... Músicas inesquecíveis e momentos de namoros maravilhosos. Marcou toda uma geração, tenhamos a certeza disso.


Quem não teve ou andou de Caloi 10 ou Crescente 10? Me recordo quando a minha chegou eu nem dormi, coloquei-a em meu quanto e fiquei limpando até o dia clarear e, quando sai a rua para andar, foi uma emoção como se eu estivesse no céu. rsrsrs... Sensação de Liberdade total! Parece ridículo mas era assim que funcionava, as conquistas eram mais difíceis e, quando isso acontecia, era como se estivéssemos nas "nuvens".




Esse momento era mágico: Tomar banho aos Sábados (e todos os dias também, com dificuldade é claro rsrsrs), após a tarde inteira soltando pipa e jogando bola na rua, ao sair nos vestíamos e colocávamos os nossos All Stars para irmos aos bailes, festas, namorar... Parece até uma besteira mas usar esse tênis era simplesmente estar "na onda". rsrsrs... Tive quase todas as cores, de cano e sem cano, só não tive o de cor Mostarda.




E por falar em jogar bola na rua, quem é que nunca fez "intera" pra comprar uma dente de leite? Furava muito mas esquentávamos a ponta da faca, enchíamos a mesma com a boca no birro e colávamos o furo. Fantástico! Os torneios na rua eram divinos, fazíamos rateio pra comprar, também, jogo de camisas na Citicol. Só quem viveu é que sabe o quanto foi bom.



Quando meu pai me deu esse jogo eu fiquei "louco", realizávamos torneio na sala lá de casa, até porque se jogássemos no quintal a casa lotava, e era uma competição incrível. Se a galerinha de hoje souber como era esse joguinho, certamente vão nos "zoar" muito. Era gostosíssimo jogar isso.



Eu acordava cedo ou vinha correndo da escola pra assistir a esse desenho, o lobo sempre se dava mal. O legal era quando ele caia numa ribanceira e, após alguns segundos, observávamos uma fumacinha lá no final. Maravilhoso.

Bem, mais adiante eu trarei  outras coisas legais da nossa época para recordarmos e lembrarmos o quanto eramos felizes por uma questão que as vezes esquecemos ou não sabemos. Sabem o que é? O mesmo segredo do "Chaves" ter audiência até hoje: A inocência! Embora isso possa parecer utópico, é a mais pura verdade porque estamos cheios de futilidades e a maldade alcançou um nível bastante exagerado e, inconscientemente, sentimos falta disso. Mas enquanto a sociedade não se movimenta para melhorar as coisas, nós, os "saudosistas", vamos nos "alimentando" com as lembranças divinas de uma época que certamente não existe mais, apenas em nossas mentes.

Iran Damasceno.