Olá Leitor!
Diante de tais afirmativas, através de pesquisas, entendo que as possibilidades de um maior domínio da classe média baixa poderia aumentar a partir de agora, caso o eleitor tenha consciência da importância do seu voto. Adianto que, se a informação for levada a sério por parte de quem poderia dar "destino" diferenciado ao país, as coisas mudariam, pelo menos se retirássemos algumas figuras do cenário político, aquelas que estão a anos norteando nossos caminhos e, por não serem capazes e honestos o suficiente, nos deixam estagnados diante da evolução e do crescimento da nação. Vejamos as informações abaixo, objetivando uma clareza maior nas próximas eleições para que não coloquemos pessoas incapazes no congresso, nas câmaras dos vereadores e nas assembleias. Leiam o texto:
Classe média vai pautar eleições, afirmam analistas
Para especialistas, questão levantada por FHC em artigo sobre como fisgar emergentes será determinante no futuro dos políticos
16 de Abril de 2011 | 15h 55
A "nova classe média", trazida ao centro do debate político pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na semana passada, e namorada pelo PT, que vê na presidente Dilma Rousseff a figura talhada para conquistá-la, chegou para mudar o cenário eleitoral do País, admitem analistas, marqueteiros e estudiosos.
JF Diorio/AE
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O tema apareceu no artigo O Papel da Oposição, divulgado por FHC, e reforçou a condição desse grupo como objeto de desejo do mundo político. É um vasto universo de 29 milhões de pessoas - pobres que, nos últimos seis anos, subiram da classe D para a C e carregam consigo novos comportamentos e expectativas. Analistas, líderes partidários, comunicólogos e marqueteiros já se esforçam para entender como reagirá, no futuro, esse segmento que, ao subir na vida, fez da classe média o maior grupo social do País, com 94 milhões de pessoas (51% da população).
Se atentarmos aos fatos relatados nas pesquisas podemos dar novos rumos a política brasileira e, quem sabe, a tão sonhada REFORMA POLÍTICA saia da "gaveta".
Abração a todos, menos a certos políticos!
Iran Damasceno.
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