O Filósofo maldito!
"Ante a face da dor eu descobri o amor, aquele que me libertou das trevas das minhas tão sofredoras ações destruidoras, as quais somente quem comete, ao longo dos tempos, após o arrependimento, sabe o quanto dói".
"Na areia da praia, de pés descalços, conheci a sensação da maciês de tão tenra ação massageadora por parte da mãe natureza, a nos brindar com as caricias naturais que tanto despercebemos. Somente notamos as belezas naturais quando delas precisamos".
"Se o caráter está relacionado a gratidão, então entendo que o homem que a desconhece está desprovido de um traço importantíssimo da personalidade, é um fraco e dependente das migalhas dos iguais".
"Maior é a paz que eu trago comigo nas entranhas da minha alma, e é lembrada através dos refolhos cerebrais, passo então a me proteger dos apelos materialistas de uma era que apodrece o ser que dela se aproxima. Falo de condição estacionária do indivíduo que não sente em si a pureza das conquistas adquiridas ao longo dos tempos, em épocas pretéritas onde não economizou auxílio para estar em condição favorável pra voltar a servir".
"Posso até me arrepender de quase tudo o que fiz, porém, só não me arrependo de amar intensamente porque seria tentar retroceder a infância do primitivismo da condição humana, o que é impossível".
Iran Damasceno.
(O Filósofo Maldito)
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