Querido leitor:
A mente humana é capaz de proezas que, por vezes, nós mesmos duvidamos das nossas ações e pensamentos insanos. Imaginemos uma mensagem vinda de anos distantes, descobertas através do auxilio das ciências como a Antropologia, a Arqueologia... e chegam a nós de uma forma absurda e, o que é pior, absorvamos de maneira verdadeiramente aceitável e sem contestação por entendermos que se trata de "fé", "obra de Deus", carência ou qualquer coisa do gênero. Mas o que faz uma pessoa ou uma sociedade inteira acreditar e aceitar um líder de uma nação autoritário, maldoso, assassino, déspota, aprisionador... de forma tão veemente? Ou seria uma farsa através de uma encenação? Refiro-me ao ditador Kim Jong, presidente sul-Coreano, que morreu recentemente.
Esse país da Asia Oriental faz fronteira somente com a Corea do Norte e é uma das civilizações mais antigas do mundo, porém, embora tenha crescido economicamente desde a década de 1950 e hoje seja a 13ª maior do mundo vejo que está atrasadíssimo em cultura de convivência em relação aos países acidentais. A história do seu decadente e hoje falecido presidente não é nada agradável, todavia há quem diga que ele foi um mal necessário para aquele povo, o que eu discordo completamente por entender que esse tipo de personalidade não deveria ter mais espaço nas civilizações atuais. Vejamos na matéria do G1 um pouco mais sobre esse regime autoritário e atrasado de um país de extrema concepção contraditória.
“Declaramos de forma solene e com orgulho aos responsáveis políticos ‘estúpidos’ do mundo, entre ele os fantoches da Coreia do Sul, que não esperem a mínima mudança de nossa parte”, informou em um comunicado a Comissão de Defesa Nacional, o mais alto órgão do Exército do país.
Os discursos dos líderes do regime mostraram que o sucessor conta com total apoio das Forças Armadas e que seu governo seguirá a linha do regime anterior. Pyongyang também descartou qualquer possibilidade de diálogo com o atual governo sul-coreano, presidido por Lee Myung-bak. “Como já dissemos, seguimos negando o estabelecimento de vínculos com o traidor Lee Myung-bak e seu grupo”, acrescenta a nota.
Na quinta-feira (29/11/2011), Kim Jong-un foi proclamado “líder supremo do partido, do Exército e do povo”, durante concentração militar organizada em Pyonyang, logo após o funeral de Kim Jong-il. “O mundo deveria ter claro que milhões de nossos soldados e cidadãos, unidos com firmeza ao redor do nosso ‘querido líder’ Kim Jong-un para transformar a pena em valor a as lágrimas em força, chegará à vitória final”, diz o comunicado da Comissão de Defesa Nacional.
Este é o primeiro comunicado emitido pela Coreia do Norte após os 13 dias de luto decretados por Pyongyang após a morte de Kim Jong-il, e segundo a agência sul-coreana “Yonhap”, representa a futura orientação política do regime em relação ao país vizinho e a comunidade internacional.
Turismo
A Coreia do Norte vai reabrir o país para grupos limitados de turistas a partir de 10 de janeiro, informou a agência chinesa Koryo Tours, uma das poucas no mundo que realiza viagens para o local.Apesar de seu quase total isolamento ao exterior, a Coreia do Norte resolveu permitir há alguns anos a entrada de pequenos grupos de turistas ocidentais no país, principalmente por meio de agências sediadas na china.
Nessas viagens, vetadas para jornalistas, os turistas são acompanhados o tempo todo por guias locais, não podem fazer fotos em determinados lugares e são proibidos de visitar a maioria das atrações fora da rota de monumentos stalinistas em Pyongyang.
Neste ano, o governo da Coreia do Norte, no entanto, relaxou um pouco essas medidas para turistas provenientes da China, país que mantém fortes vínculos políticos e econômicos com Pyongyang.
Este é o primeiro comunicado emitido pela Coreia do Norte após os 13 dias de luto decretados por Pyongyang após a morte de Kim Jong-il, e segundo a agência sul-coreana “Yonhap”, representa a futura orientação política do regime em relação ao país vizinho e a comunidade internacional.
Diante de tamanha agressividade quanto as ações culturais e de aquisições sociais negativas, entendo se tratar de um país que ainda vai causar muita dor ao seu povo e travar o progresso intelectual e moral, além das desavenças com o resto do mundo e, falando em dor, fiquemos atentos a uma reação perigosa desse povo quanto a algum desagravo por parte do restante do mundo. Falo de guerra!
Iran Damasceno.

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