sexta-feira, 13 de setembro de 2013

"A Libertação Em Si Mesma"

 

"Eu não larguei a medicina para ser filósofo por acaso, eu tenho a necessidade de falar". (Luiz Felipe Pondé - Filósofo)

"Quem entende de mulher é homem, mas o romântico, porque o homem comum é uma merda, assim como a mulher que trai por vaidade ou maldade". (Iran).

"O analista que traz respostas prontas para as questões femininas e coloca a Psicanálise como uma ciência, precisa fazer análise, urgentemente". (Iran).

"Se eu me preocupar com o "acabar do mundo" e com a emancipação da mulher será uma incoerência, pois eu ainda nem me completei". (Iran).

Olá, leitor!

A mulher de ontem era vista em preto e branco mas agora coloriu-se, dai surgiu a tão chamada e buscada EMANCIPAÇÃO mas, de onde veio a ideia de uma mulher moderna e livre? Conferências eram comuns quando Freud debatia com as sociedades e a Psicologia, no final do ´seculo XIX, em uma época bastante conturbada e seus pensamentos acabavam sendo deturpados , causando assim estagnação das formas de pensamentos arcaicos. Dura realidade que se estende até os tempos "internéticos" e aí vem as doenças da alma, que ao serem tratadas no corpo, jamais serão encontradas, propiciando uma contradição que transforma os pensamentos femininos de uma maneira geral, em verdadeiros "machões feministas".
A HISTERIA da época hoje não existe mais (?), até porque os corpos estão "tortos" mas pela busca frenética de um "endeusamento grego" que foge as possibilidades de entendimento racional por serem criados pela "funkialização" e "pagodialização", e assim as culturas diversas de libertação feminina estão sendo criadas, porém sem o freio da consciência e muito menos com o discernimento do que é realmente ser uma  MULHER LIVRE. Essas ações geralmente não funcionam quando nos referimos a construção de uma sociedade mais justa, principalmente com a mulher, aquela que quer ser livre, que quer amar e ser amada como deveria, que busca satisfação na profissão não somente na direção do "vil metal", porém para custear a sua alma integral sem depender das contundentes  e aterrorizantes migalhas masculinas, que vem atreladas as correntes da castração. Mas aí nascem, contraditoriamente, as "correntes modernas" que são as algemas da liberalização de uma mulher vulgarizada, que está em busca do ópio passageiro da ilusão conceptiva, da sua sensualidade imbecil quando cultua seu corpo de maneira "NARCISICAMENTE" negativa e principalmente quando utiliza, também, seu berço santificante para trazer à vida um novo ser que certamente absorverá toda essa enxurrada de estímulos perniciosos.

 

Se fossemos entender a beleza feminina como corpos esculturais, estaríamos diante de uma extinção em massa e assim os motéis e bancos traseiros dos automóveis, com porta luvas adaptados à acolherem energéticos potentes, seriam os únicos locais onde a mulher poderia ser "abatida". Deixemos a mulher verdadeira e integral, aquela que pensa e sabe distinguir o período Romano das orgias de uma época cruel, do hoje construtivo onde a mesma pode e deve ser esculturalmente inteligente e assim colocar os machistas e feministas em seus devidos lugares, ou seja, no alto das suas imbecilizantes deturpações quanto ao conceito de ser mulher.

"MULHER SEM RAZÃO, DÊ LUGAR A DEUSA DA BELEZA PARA QUE A MESMA SE INSTALE, DIANTE DE UM MUNDO NOVO, E ASSIM SEGUIR E DEIXAR GERMINAR A NOVA ESPÉCIE DE MULHER QUE CERTAMENTE SALVARÁ O PLANETA".

Iran Damasceno.








Nenhum comentário: