
"Eu não larguei a medicina para ser filósofo por acaso, eu
tenho a necessidade de falar". (Luiz Felipe Pondé - Filósofo)
"Quem entende de mulher é homem, mas o romântico, porque o
homem comum é uma merda, assim como a mulher que trai por vaidade ou maldade".
(Iran).
"O analista que traz respostas prontas para as questões
femininas e coloca a Psicanálise como uma ciência, precisa fazer análise, urgentemente".
(Iran).
"Se eu me preocupar com o "acabar do mundo" e com a
emancipação da mulher será uma incoerência, pois eu ainda nem me
completei". (Iran).
Olá, leitor!
A mulher de ontem era vista em preto e branco mas agora
coloriu-se, dai surgiu a tão chamada e buscada EMANCIPAÇÃO mas, de onde veio a ideia de uma mulher moderna e livre? Conferências eram comuns quando Freud
debatia com as sociedades e a Psicologia, no final do ´seculo XIX, em uma época
bastante conturbada e seus pensamentos acabavam sendo deturpados , causando
assim estagnação das formas de pensamentos arcaicos. Dura realidade que se estende
até os tempos "internéticos" e aí vem as doenças da alma, que ao
serem tratadas no corpo, jamais serão encontradas, propiciando uma contradição
que transforma os pensamentos femininos de uma maneira geral, em verdadeiros
"machões feministas".
A HISTERIA da época hoje não existe mais (?), até porque os corpos
estão "tortos" mas pela busca frenética de um "endeusamento
grego" que foge as possibilidades de entendimento racional por serem
criados pela "funkialização" e "pagodialização", e assim as
culturas diversas de libertação feminina estão sendo criadas, porém sem o freio
da consciência e muito menos com o discernimento do que é realmente ser uma MULHER
LIVRE. Essas ações geralmente não funcionam quando nos referimos a construção
de uma sociedade mais justa, principalmente com a mulher, aquela que quer ser
livre, que quer amar e ser amada como deveria, que busca satisfação na
profissão não somente na direção do "vil metal", porém para custear a
sua alma integral sem depender das contundentes e aterrorizantes migalhas
masculinas, que vem atreladas as correntes da castração. Mas aí nascem,
contraditoriamente, as "correntes modernas" que são as algemas da
liberalização de uma mulher vulgarizada, que está em busca do ópio passageiro
da ilusão conceptiva, da sua sensualidade imbecil quando cultua seu corpo de
maneira "NARCISICAMENTE" negativa e principalmente quando utiliza, também, seu
berço santificante para trazer à vida um novo ser que certamente absorverá
toda essa enxurrada de estímulos perniciosos.
Se fossemos entender a beleza feminina como corpos esculturais,
estaríamos diante de uma extinção em massa e assim os motéis e bancos traseiros
dos automóveis, com porta luvas adaptados à acolherem energéticos potentes,
seriam os únicos locais onde a mulher poderia ser "abatida". Deixemos
a mulher verdadeira e integral, aquela que pensa e sabe distinguir o período
Romano das orgias de uma época cruel, do hoje construtivo onde a mesma pode e deve ser esculturalmente
inteligente e assim colocar os machistas e feministas em seus devidos lugares,
ou seja, no alto das suas imbecilizantes deturpações quanto ao conceito de ser
mulher.
"MULHER SEM RAZÃO, DÊ LUGAR A DEUSA DA BELEZA PARA QUE A MESMA SE
INSTALE, DIANTE DE UM MUNDO NOVO, E ASSIM SEGUIR E DEIXAR GERMINAR A NOVA
ESPÉCIE DE MULHER QUE CERTAMENTE SALVARÁ O PLANETA".
Iran Damasceno.
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