"Porque os casais se moldam diante do que a sociedade quer, até porque são parte da construção da mesma, ao passo em que poderiam ser os agentes das criações próprias"? Iran.
Olá, leitor querido!
Quantos de nós não vivemos aquelas cenas da mãe colocando-nos pra mamar, dormir, almoçar, pra ir à escola, cuidados com a alimentação, com as doenças...? Nem precisamos nos atemorizar porque isso faz parte da existência do ser humano desde os tempos mais pretéritos, entretanto a partir do momento em que surgiu a junção do macho com a fêmea, gerando outro ser para cuidarem, veio o tão conturbado CASAMENTO. Mas antes devemos atentar para o fato de que estamos falando do casamento formal, aquele que a noiva entra na igreja de roupa branca e dizendo-se na realização de um sonho e, o noivo, levando para o altar a sua mãe. ??? Isso é perigoso hoje em dia, pois os valores (?) são outros e as pessoas estão mais soltas (até demais). Os tradicionais encaram como se isso fosse algo de extrema importância, ainda mais quando colocaram como RELIGIOSO e o que "deus" juntou, jamais poderá ser quebrado. "Falimos" a partir daí. Porque alguém tem que ceder aos caprichos e desmandos de uma sociedade quebrada pela arrogância das religiões e das famílias que entendem, por vezes, que "fulano tem que casar com ciclana"? Veio então as agruras das disputas dentro da própria convivência e, o que é pior, as relações extra-conjugais. Tudo poderia ser acertado e muito do que sofremos poderia ser evitado, ainda mais porque quem sofre, até mais, são os filhos. É coisa do "DEMÔNIO ou dos ANJOS? Você decide.
Todo casal deveria ter a consciência do que quer antes de estreitarem a relação, até porque a sociedade cria "padrões" (PRÍNCIPE ENCANTADO, MULHER VIRGEM ANTES DO CASAMENTO, CASINHA ARRUMADINHA PARA AS PESSOAS VEREM...) comportamentais e diante deles, acabamos nos moldando ao que queremos, ilusoriamente, por vezes e particularmente falando, mas esquecemos que do "outro lado da linha" existe a outra parte que faz parte do contexto, sendo assim, as ações deveriam estar alicerçadas na convivência do entendimento. O pior tipo de mulher não é a feia, pobre e burra, mas aquela que erra feio e tenta justificar colocando as SUAS irresponsabilidades no parceiro. Os tempos modernos estão aí mas as vezes percebemos que o aprisionamento que a mulher sofreu ao longo dos séculos de nada serviram para que a mesma (casos específicos) se "liberte" diante da moral que eleva, pelo contrário, acaba se expondo em demasia e EXTERMINANDO a instituição mais valiosa, que é a família. O homem, diante da falácia de que tudo faz pelo instinto, acaba sendo um grande COVARDE aprisionador e agressor daquela que poderia ser a "continuidade", TAMBÉM, (?) do que viveu com a mãe, em relação ao carinho e atenção. A SIMBIOSE positiva é proveitosa e, por incrível que possa parecer, ambos poderiam reeditar, de maneira saudável, madura e consciente, o que viveram, ou não (ausência de afeto e atenção, por exemplo), na infância. A briga parece que será eterna, algumas mulheres dizendo que homem é tudo igual e alguns homens achando que a mulher é seu objeto de desejo e a continuidade da "mamãe". E agora, está ou não na hora do amadurecimento e elevação da moral verdadeira? Estamos ANJOS ou DEMÔNIOS?
Direto do prostíbulo da Dona Cotinha, em 1756, diante da INQUISIÇÃO, deixo-lhes um abraço fraternal objetivando a descoberta dos nossos aparatos psíquicos, ID, EGO E SUPEREGO.
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