"Enquanto houver burguesia, não vai haver poesia". Cazuza queria dizer muito mais do que disse... Iran.
Olá, leitor!
Em tempos de "guerra", por e pelo capitalismo, não é de assustar vermos a movimentação das classes de forma até mesmo vil, em busca do "ouro perdido". Mas, o que seria esse tesouro que buscamos desde o nascedouro do tão maltratado e quase morto, Brasil? É claro que temos uma dose cavalar de sentimentos diversos, inconscientemente falando, todavia devemos entender que para trazermos para o consciente não temos como ressuscitar Freud e muito menos acharmos que de uma hora para outra o céu se abrirá e Jesus (aquele das religiões que ajudam a falir a pátria e criam as guerras) chegará belo e triunfante, diante da visão de todos, num dia claro, com anjos tocando trombetas, separando os bons dos maus... para termos os nossos problemas resolvidos, mas podemos começar a entender como funciona a coisa. Seria o primeiro passo, pois não temos como ir para a prática sem antes teorizarmos didaticamente e coerentemente, pena que nem para isso estamos preparados por causa de estarmos, ainda, diante de um país que pouco se importa com educação.
Os tempos são chegados mas nos passam a impressão (elites) que está tudo dentro da ordem, até porque ninguém nunca sabe de nada que ocorre dentro dos governos, não há culpados nos casos de corrupção, pois aqueles que apodrecem e matam seu povo, com o auxílio luxuoso da classe empresarial, estão acomodados na herança demoníaca de nada acontecer com quem comete crime grave na pátria da corrupção. Estamos diante de um inimigo bastante difícil de ser vencido, que é o próprio povo. É, esse mesmo que não acorda para o que está acontecendo com ele, tornando-se assim o grande vilão da história pelo fato de estar anestesiado com a falsa sensação de que as coisas estão melhorando, que hoje podemos comprar uma TV de tela plana, de financiarmos um automóvel em 60 vezes, que hoje temos metrô para vários lugares, que a vida funcional ficou mais fácil.. ok, entretanto esse mesmo povo não atentou que está na TSUNAMI DO PROGRESSO e que o que está nos acontecendo não é progresso próprio, mas sim o empurrão do mundo moderno, sempre ditado pelos países mais adiantados. Somos nossos próprios inimigos. O que nos mata em vida é não termos nos despido das concepções provincianas e escravocratas que são a essência do nosso DNA, impedindo que façamos novos movimentos e assim tentarmos modificar esse corpo defeituoso, o qual criamos lá atrás, diante do cruzamento entre europeus e índios. Pena que a predominância dos genes ficou por conta dos silvícolas, trazendo assim uma herança maldita de atraso e falta de coragem em lutarmos pelos progressos reais, objetivando um verdadeiro desenvolvimento.
Não precisaríamos nos matar, apenas MODIFICAR o DNA para que novos seres pudessem surgir e ajudar a sairmos dessa "lama grudenta" que tanto nos trava o progresso.
Iran Damasceno.
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário