quinta-feira, 23 de maio de 2013

"Padronização De Ações Arcaicas"



"O hábito pode se tronar cultura se enraizado de maneira costumas e, em se tratando de países com administração subdesenvolvida, nos levam ao caos por terem como princípio o aspecto negativo".

Olá, leitor!

Quando nas décadas de 1920, 30, 40... podíamos notar uma certa compulsão por comportamentos padronizados e manifestações de ordem drástica, por exemplo. A família é a primeira instituição feita pra funcionar e é a partir dela que a sociedade cresce e se desenvolve, buscando a meta a ser atingida que, quase sempre ou quase nunca, sabemos onde queremos e podemos chegar. Notemos que a mulher era a vítima preferida das castidades mortais da sociedade e a utilizava-mos como um objeto para saciedade sexual e de subserviência no lar e no trabalho, pensávamos nessa "obra de arte de Deus" como um ser abaixo das condições humanas e adotada para ter e não ser quanto as suas necessidades e anseios, partindo do absurdo da entrega para o filho de alguma família tradicional, mesmo antes de ambos nascerem. Era uma condenação anunciada e sem a possibilidade de defesa. Partimos pra outras ações nefastas e cruéis como os aprisionamentos religiosos, que vem de longa data, angariando pensamentos e ações aprisionados na ignorância e até mesmo nas maldades dos "pseudo-religiosos" que tanto enriquecem as suas contas bancarias e, o que é pior, criando e fortalecendo uma teologia que já nasce falida mas que ainda em tempos atuais seguem firmes e fortes, diante de uma miséria intelectual fortemente observável e degenerante.


Outro segmento social de suma importância que hoje em dia possui as ações que podem e devem contra-atacar os efeitos nocivos dos aspectos constitutivos anteriormente citados, é a Imprensa. Ela sim pode nos libertar, ou melhor, nos ajudar a nos libertarmos de tanta obscuridade mental e espiritual se seguisse por caminhos mais coerentes quanto a informação, todavia percebemos que essa arma poderosa é, também, manipulável e manipuladora na ordem sequencial das abominações imbecilizantes que tanto degeneram, como os outros aspectos da nossa tão sofrível sociedade. Agora, o segmentos que tanta controvérsia nos trás e nos deixa adoecidos pela maldita maneira de concepção mordaz é a política institucional, aquela que carrega consigo as mais profundas raízes corruptivas e adoecidas, naturalmente, pelas utilizações parciais ao atenderem, em qualquer lugar do mundo, mas principalmente no continente latino, as elites e aos grupos sociais destacados. Esse segmento é um dos mais poluidores das consciências humanas, juntamente com a religião, a meu modo de ver, e é justamente aí que reside as dúvidas quanto a sua utilização em prol do desenvolvimento. Mas, vem a pergunta que pra muitos é pessimismo, entretanto pra mim trata-se de realismo: Onde é que vamos parar com toda essa parafernália de ações, através deses segmentos tão significativos para a construção de um mundo melhor? Alguns dizem que estamos aprendendo e que teremos que ter paciência e aceitarmos os problemas sem deixarmos de lutar, "ok" mas, e as ações mais eficazes? Vale pensar e agir, de acordo com a visão de cada um e, consequentemente, fortalecermos a família como instituição formadora, ajudarmos a religião a se aproximar mais da fé raciocinada, criarmos uma imprensa mais interativa e verdadeira diante das suas agruras capitalistas e finalmente tudo isso redundar em uma politica verdadeiramente eficaz e para o povo.

Será que chegaremos lá?

Iran Damasceno.











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