"O hábito pode se tronar cultura se enraizado de maneira costumas e, em se tratando de países com administração subdesenvolvida, nos levam ao caos por terem como princípio o aspecto negativo".
Olá, leitor!
Quando nas décadas de 1920, 30, 40... podíamos notar uma certa compulsão por comportamentos padronizados e manifestações de ordem drástica, por exemplo. A família é a primeira instituição feita pra funcionar e é a partir dela que a sociedade cresce e se desenvolve, buscando a meta a ser atingida que, quase sempre ou quase nunca, sabemos onde queremos e podemos chegar. Notemos que a mulher era a vítima preferida das castidades mortais da sociedade e a utilizava-mos como um objeto para saciedade sexual e de subserviência no lar e no trabalho, pensávamos nessa "obra de arte de Deus" como um ser abaixo das condições humanas e adotada para ter e não ser quanto as suas necessidades e anseios, partindo do absurdo da entrega para o filho de alguma família tradicional, mesmo antes de ambos nascerem. Era uma condenação anunciada e sem a possibilidade de defesa. Partimos pra outras ações nefastas e cruéis como os aprisionamentos religiosos, que vem de longa data, angariando pensamentos e ações aprisionados na ignorância e até mesmo nas maldades dos "pseudo-religiosos" que tanto enriquecem as suas contas bancarias e, o que é pior, criando e fortalecendo uma teologia que já nasce falida mas que ainda em tempos atuais seguem firmes e fortes, diante de uma miséria intelectual fortemente observável e degenerante.
Outro segmento social de suma importância que hoje em dia possui as ações que podem e devem contra-atacar os efeitos nocivos dos aspectos constitutivos anteriormente citados, é a Imprensa. Ela sim pode nos libertar, ou melhor, nos ajudar a nos libertarmos de tanta obscuridade mental e espiritual se seguisse por caminhos mais coerentes quanto a informação, todavia percebemos que essa arma poderosa é, também, manipulável e manipuladora na ordem sequencial das abominações imbecilizantes que tanto degeneram, como os outros aspectos da nossa tão sofrível sociedade. Agora, o segmentos que tanta controvérsia nos trás e nos deixa adoecidos pela maldita maneira de concepção mordaz é a política institucional, aquela que carrega consigo as mais profundas raízes corruptivas e adoecidas, naturalmente, pelas utilizações parciais ao atenderem, em qualquer lugar do mundo, mas principalmente no continente latino, as elites e aos grupos sociais destacados. Esse segmento é um dos mais poluidores das consciências humanas, juntamente com a religião, a meu modo de ver, e é justamente aí que reside as dúvidas quanto a sua utilização em prol do desenvolvimento. Mas, vem a pergunta que pra muitos é pessimismo, entretanto pra mim trata-se de realismo: Onde é que vamos parar com toda essa parafernália de ações, através deses segmentos tão significativos para a construção de um mundo melhor? Alguns dizem que estamos aprendendo e que teremos que ter paciência e aceitarmos os problemas sem deixarmos de lutar, "ok" mas, e as ações mais eficazes? Vale pensar e agir, de acordo com a visão de cada um e, consequentemente, fortalecermos a família como instituição formadora, ajudarmos a religião a se aproximar mais da fé raciocinada, criarmos uma imprensa mais interativa e verdadeira diante das suas agruras capitalistas e finalmente tudo isso redundar em uma politica verdadeiramente eficaz e para o povo.
Será que chegaremos lá?
Iran Damasceno.

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