Querido leitor:
Exatamente agora, 13h00, em ponto, do dia 25/03/2012, está sendo cremado o corpo do meu GÊNIO, Chico Anysio, no cemitério do Caju (memorial do Carmo). Rogo a Deus ajuda para que ele tenha a consciência que está na condição de Espírito desencarnado e siga seu caminho. Até logo, meu ídolo maior!
Mas vamos as homenagens que eu farei eternamente e, mesmo assim, é nada perto do que ele merece porque fez muito por todos nós, sigo agora com as lembranças das suas personagens que tanto nos embriagaram de alegria e prazer. São eles:
Aroldo, Tim Tones, Justo Veríssimo e Bozó
Reuni em uma só gravura alguns dos seus maravilhosos e sempre comunicantes personagens, para que possamos "matar" a saudade daquelas criações divinas que tanto falavam, de forma cômica e divertida, de problemas sociais.
Aroldo, o hétero: A esse eu chamo de "Gay PSDB", ele quase nunca assumia a sua homossexualidade e ficava "em cima do muro". Tinha umas tiradas hilárias quando recaia e sentia vontade de admirar um homem e logo que voltava ao normal era repreendido pelo "colega" Paulete. Sensacional!
Tim Tones: Esse uma ideia fantástica pelo fato de fazer crítica, já naquela época, a respeito das sacanagens em nome de Deus, que eram feitas pelos pastores corruptos e mercenários, como no caso daquele americano. Era genial quando ele falava: "Pooooodem correr as sacolinhas". Impagável!
Justo Veríssimo: Atualíssimo e é a cara do Sarney e do falecido Antonio Carlos Magalhães, tanto a personagem quanto a postura. Extremamente atual e providencial para retratar o político brasileiro, em sua maioria!
Bozó: A sacada genial de um cara frustrado e que sempre queria estar "por cima da onda", dizendo: Eu, Eu, Eu (gaguejando) trabalho na Globo", após mostrar a sua caneta com a logo da emissora. Dava umas cantadas furadas em mulheres belíssimas. Sensacional.
Estaremos juntos nas homenagens ao meu GÊNIO maior ao longo da semana, mostrando e relembrando seus "filhos" (criações) para que nos deliciemos e mostremos aos mais jovens que não tiveram a oportunidade de conhecer a esse PROFESSOR do humor e da comédia.
" A saudade é pungente mas deixa um ponto positivo, ao nos possibilitar a retomada da consciência em relação ao que é belo e nos recomenda o reconhecimento a quem merece, até mais do que nós mesmos".
Iran Damasceno.


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