"AS INDECISÕES DOS DECIDIDOS, SEMPRE"
A partir do momento em que a inteligência se manifestou no homem largos passos em busca das descobertas foram e são dados constantemente e assim chegamos onde queríamos. (?) Por vezes os caminhos trilhados são tomados por mentes sem o comprometimento com a razão e assim vamos encontrando coisas desagradáveis, ou seja, a nós mesmos. Mas, quem seria capaz de encarar a si mesmo, diante desse abismo de indecisões e desconhecimentos quanto ao infinito de potenciais mentais? A razão todos dizemos ter, entretanto quando é que falamos para o outro que estamos sem a mesma? Temos criado e alimentado toda uma postura de achismos e falta de coragem para encararmos os surrealismos mentais próprios e aí vem o que nos avilta o íntimo: A empáfia de estarmos sempre certos! Se repararmos estamos sempre ou quase sempre nos posicionando de maneira sofrivelmente acertada para as coisas diversas da vida, mas o que não atentamos é que estamos sempre, repetidamente gramaticalmente e ortograficamente, copiando o que já está pronto, como nas religiões. Quando será que iremos caminhar com as próprias pernas? Quando é que aprenderemos a interpretar melhor os textos e nos "sacudirmos" para acordarmos das anestesiantes manias de estarmos sempre à frente do outro e afirmando-nos com autoridades intelectuais e morais? Tomar decisões com relação a vida e com as certezas pertinentes ao que já está pronto é relativamente fácil, todavia o que não temos coragem, quase sempre, é de entender e agir com as ações individuais, observando a vida como ela é. Decidir é estar encima de um muro sabendo que podemos cair para o lado onde os cachorros do vizinho estão ou de continuarmos a caminhada no terreno vazio e vasto de amplidão que certamente nos levará ao que podemos entender, através dos nossos esforços.
"DECIDIR É TER QUE ACERTAR SER CORAJOSO E NÃO DE CONQUISTAR A RESPOSTA QUE JÁ ESTAVA PRONTA".
Iran Damasceno.
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