sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

"O Poder Do Falar E Do Ouvir"


"Um grande exemplo de moral é para ser seguido de acordo com as condições do ser em questão e não copiado. O inferior jamais conseguiria ascender, de roldão, ao patamar do superior". Iran.


Olá, leitor!

Quando em períodos primitivos a comunicação era a força, passado isso e quando as sociedades se organizaram começamos a estabelecer códigos de ética e assim chegamos onde estamos. O que se deturpou e é deturpado ainda hoje é a religião e suas agruras "salvacionistas" e assim vamos nos engalfinhando nos contornos que essa vida nos dá, mas o que está ainda sem solução é quanto a questão de sermos ou estarmos bons e retos. O verbo (capacidade da oratória) estabeleceu encurtamentos e ou distanciamentos aos seres humanos e a partir daí passamos a buscar os entendimentos ou desentendimentos por causa das lutas constantes do que achamos ser CERTO ou ERRADO e assim vamos vivendo em forma de coerências e incoerências, ainda mais quanto ao conceito de FALAR. E aí, você fala muito ou pouco?


O ato de falar muito ou pouco está relacionado a personalidade do indivíduo e assim precisamos, para nos relacionarmos suficientemente bem com o outro, entendermos isso de acordo com os conceitos mais viáveis, que podem ser: Quem é a pessoa que fala ou não? Qual o meio social em que ele foi educado ou não? Quais os estímulos que recebeu enquanto formava a sua personalidade? Mas, como bons latinos que somos, acabamos levando sempre para o lado pejorativo (o fato da pessoa ser falante) ou então para o religioso, por exemplo, (quando o mesmo fala pouco) e aí acabamos classificando essas personalidade como "sábios" ou "fanfarrões". A discussão deve ser sempre pautada no tocante ao contexto do que se fala, ainda que "medindo" a personalidade do indivíduo, porém sempre discutindo (discorrer sobre ?) e buscando trazer luz ao assunto. O que fala muito não deve ser encarado como negativo, pois o que não é apreciável é o conteúdo prejudicial (?), até porque quem "fala muito" pode nos dar a oportunidade de aprendermos com seus conteúdos ou até mesmo de como não devemos agir. O que fala pouco não deve ser encarado como pessoa sem conteúdo e muito menos "falsinha", e então podemos estar diante de uma personalidade mais introspectiva e observadora, diante de como pensa e entende, por preferir falar menos e olhar mais ao seu redor. Esse também pode nos ensinar muito dentro do aspecto da "tranquilidade" (?) e assim nos orientar no caminho da educação de nos contermos mais (?). 
O que chama bastante a atenção é o fato de nem sempre os conteúdos serem observados, como disse, e aí estamos "matando" ao outro e a nós mesmos. O pensamento é a "pré-ação", externado pela fala, e o calar a utilização da dúvida e ou da calma. 

"DIANTE DA FALA OU DO ATO DE CALAR PODEMOS ESTAR EXTERNANDO A NOSSA PERSONALIDADE".

Iran Damasceno. 

2 comentários:

Silvana disse...

Sou sua fã ....
"O poder de falar e ouvir " e a capacidades de ler e observar nas entrelinhas ......

Iran Damasceno Pinheiro disse...

E eu já sou seu a muito tempo, minha rainha.