Olá, leitor!
Preciso me "confessar": Passo, a partir de agora, a assistir novela, novamente, por ter a alegria de poder rever grandes trabalhos (não essas porcarias que demonstram sexo nojento, corrupção romanceada...) que o canal Viva está nos brindando e oportunizando: Falo da novela "Roque Santeiro", que estreou ontem.
Fiquei extremamente feliz em poder "voltar" um pouco no tempo e rever grandes atores e atrizes em uma obra lindíssima, onde o romantismo era o grande filão e os assuntos abordados eram muito mais reais, apesar dos fictícios contos de alguns personagens, nos levavam a sentir prazer em nos remeter ao mundo dos personagens. Isso é novela! Como se deu a construção dessa grande novela? Vejamos:
Roque Santeiro foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 24 de Junho de 1985 a 22 de fevereiro de 1986, com 209 capítulos, escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva baseado em original do próprio Dias Gomes, a peça de teatro O Berço do Herói; teve também as colaborações de Marcílio Moraes e Joaquim Assis e pesquisa de texto de Lilian Garcia, sendo dirigida por Gonzaga Blota, Paulo Ubiratan, Marcos Paulo e Jayme Monjardim. A novela será retransmitida a partir de 18 de Julho de 2011 no canal a cabo Viva.
Há 17 anos, o coroinha Luiz Roque Duarte, conhecido como Roque Santeiro por sua habilidade em modelar santos, morreu ao defrontar os homens do bandido Navalhada, logo após seu misterioso casamento com a desconhecida Porcina. Santificado pelo povo, que lhe atribui milagres, tornou-se um mito e fez prosperar a cidade ao redor da sua história de heroísmo. Só que Roque não está morto e volta à cidade, ameaçando pôr um fim ao mito. Sua presença leva ao desespero o padre Hipólito, o prefeito Florindo Abelha e o comerciante Zé das Medalhas, principal explorador do santo. Mas o maior prejudicado é Sinhozinho Malta, o todo-poderoso fazendeiro do lugar, que vê ameaçado o seu romance com a "viúva" Porcina, que nunca foi casada com Roque e sempre viveu à sombra de uma mentira articulada por Malta. Mentira institucionalizada para fortalecer o mito e tirar vantagens pessoais.
Ao retornar, Roque interfere na relação de Sinhozinho e Porcina, além de reacender a paixão de Mocinha, a verdadeira noiva, que nunca se conformou com seu desaparecimento e que se manteve casta à espera de seu amor, mesmo pensando que ele estivesse morto. Ela é filha do prefeito Flô e da beata dona Pombinha, sendo cortejada pelo soturno professor Astromar Junqueira, suspeito de ser o lobisomem.
Asa Branca também fica agitada com a chegada de Matilde, que monta o único hotel da cidade, a Pousada do Sossego, e traz do Rio de Janeiro duas dançarinas, Ninon e Rosaly, que vão trabalhar em sua "Boate Sexus", e enfrentar a ferrenha oposição do padre Hipólito e das beatas da cidade, comandadas por dona Pombinha Abelha.
Também chega à cidade a equipe de filmagem comandada por Gerson do Valle, o cineasta que vai filmar "A saga de Roque Santeiro". A película tem como astros principais a atriz Linda Bastos, casada com o ciumento Tito e por quem o diretor é apaixonado;e o mulherengo ator Roberto Mathias, que acaba por se envolver com a viúva Porcina, com Tânia, filha de Sinhozinho Malta, e com Lulu, a reprimida esposa de Zé das Medalhas.
Alguns personagens marcantes:
As personagens centrais: Sinhozinho Malta (Lima Duarte) e Viúva Porcina (Regina Duarte)
O prefeito Sr Florindo Abelha (Ary Fontoura) e sua mulher Dona Pombinha (Eloísa Mafalda)
O Soturno Professor Astromar Junqueira (Rui Rezende) e Mocinha (Lucinha Lins)
Tânia Malta (Lídia Brondi)
Padre Hipólito (Paulo Gracindo)
Padre Albano (Cláudio Cavalcanti)
Ninon (Cláudia Raia) e Rosaly (Isis de Oliveira)
Roberto Mathias (Fábio Júnior)
Agora eu posso dizer que TV tem memória!
Iran Damasceno.








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